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Método Murray Spivack

Impresso de: Batera.com.br
Categoria: Fóruns Públicos
Nome do Fórum: Aulas e Estudos
Descrição Fórum: Assuntos sobre aulas e estudos de bateria
URL: http://forum.batera.com.br/forum_posts.asp?TID=56103
Data da Impressão: 19/11/19 as 01:48


Tópico: Método Murray Spivack
Postado Por: coyens
Assunto: Método Murray Spivack
Data de Publicação: 16/03/10 as 18:29
Boa tarde galera, escrevo para quem se interessar em estudar técnica de bateria no Rio de Janeiro. Morei em Los Angeles de 1983 a '87 e ali estudei com grandes bateras como Vinnie Colaiuta, David Garibaldi, Casey Scheurell, Marc Craney e Alex Acuña, mas o grande barato foi estudar com um senhor de 83 anos de idade chamado Murray Spivack que na época era o professor de técnica do Vinnie!! Com ele mergulhei em conceitos avançados de bateria como o rebote triplo, controle do fulcro, toque de subida e muitos outros atalhos técnicos maravilhosos. Desde o meu retorno pro Brasil toquei com artistas como Cazuza, Lulu Santos, Marina Lima, Nico Assumpção e Márcio Montarroyos. Hoje em dia me dedico a dar aula, produzir discos e claro tocar! Alguns alunos que passaram pelo meu estúdio: Marcelo Costa, Élcio Cáfaro e Jongui, entre outros. Quem tiver alguma dúvida sobre o método pode me perguntar por aqui, em breve pretendo postar uns vídeos no YouTube demonstrando alguns destes conceitos também. Quem tiver interesse pelas aulas pode me escrever no email: chris.oyens@gmail.com

Parabéns a todos por este maravilhoso fórum! Pra mim foi um achado.

Chris



Respostas:
Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 16/03/10 as 18:38
só trabalhamos com fotos...



brincadeira, seja bem vindo e... bom, eu deixo o resto pro Denis!


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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: Nando Rondelli
Data de Publicação: 16/03/10 as 19:03
Cara, seja muito bem vindo, e que privilégio deve ter sido estudar com esses monstros hein.
 Anúncio das aulas tem que ser nos Classificados, tem a seção "Aulas e Serviços" lá. 
 
Mas permaneça por aqui pelo Fórum também, compartilhando seu conhecimento e experiências, que não devem ter sido poucas,  com a galera daqui.
 
Abraço


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Curtindo cada batida imperfeita

http://devaneionu.blogspot.com - Blog: O Devaneio Nú


Postado Por: Raniery
Data de Publicação: 16/03/10 as 19:23
Originalmente postado por coyens coyens escreveu:

Boa tarde galera, escrevo para quem se interessar em estudar técnica de bateria no Rio de Janeiro. Morei em Los Angeles de 1983 a '87 e ali estudei com grandes bateras como Vinnie Colaiuta, David Garibaldi, Casey Scheurell, Marc Craney e Alex Acuña, mas o grande barato foi estudar com um senhor de 83 anos de idade chamado Murray Spivack que na época era o professor de técnica do Vinnie!! 

Teve uma reportagem recente na MD Brasil que falava das experiências do Chuck Silverman tendo aulas com o Spivack. Muito legal!

Que pena que não moro mais no Rio, senão ía te procura, ehehehe

Abraços e bem vindo ao forum. Contribua!

Raniery



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Postado Por: Bolacha
Data de Publicação: 16/03/10 as 19:26
Cola em Campinas q eu faço aula com você hehehe


Postado Por: coyens
Data de Publicação: 16/03/10 as 21:02
Desculpem se postei aqui sobre as aulas e nao nos classificados, mas tambem ha de se convir que o que tenho pra oferecer apos estudar com estes mestres tem um diferencial, nao? Especialmente o Spivack. Sei que ele nao é conhecido aqui, mas garanto que é um dos 5 melhores professores de tecnica de bateria americanos. Po, ele foi o professor de tecnica do Louie Bellson!! Quer melhor currículo do que esse?

O Chuck Silverman estudou com o Murray realmente, cheguei a cruzar com ele várias vezes na sala de espera no estúdio do Murray. É um grande batera com muito conhecimento e a gente vem conversando pela Web pra ver se podemos fazer um workshop juntos sobre técnica de bateria aqui no Brasil.

Abraços para todos,

Chris

Agradeço todos que me dao as boas vindas e COM CERTEZA pretendo contribuir aqui no Forum e muito!


Postado Por: Carfi
Data de Publicação: 16/03/10 as 21:07
SE EU MORASSE NO RIO... JÁ ESTARIA BATENDO EM SUA PORTA!!!!!


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Mapex VX

Evans G2

Octagon

Sabian

Double bass Janus



TWITTER.COM/DANILOCARFICBH


Postado Por: DaniloS
Data de Publicação: 16/03/10 as 21:11
muito legal hein kra! so do RS.. beeem longe.. mas seria bacana ter umas aulas com vc sim!

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Postado Por: Nando Rondelli
Data de Publicação: 16/03/10 as 21:38

Cara, o que é isso? Em 5 minutos te vi tocando uns 5 instrumentos diferentes, e só com monstros da música brasileira

Clap


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Curtindo cada batida imperfeita

http://devaneionu.blogspot.com - Blog: O Devaneio Nú


Postado Por: coyens
Data de Publicação: 16/03/10 as 21:42
Hahahaha, valeu Nando! Realmente sou multi-instrumentista, mas a batera é o principal instrumento e a principal paixão!! Os que forem de outros estados podem escrever pra mim no chris.oyens@gmail.com ou mandem uma mensagem particular aqui no site que eu guardo o contato e quando eu for pras cidades de vcs entro em contato. A gente combina uma aula ou entao a gente troca umas ideias durante a passagem de som!


Postado Por: Felk
Data de Publicação: 17/03/10 as 14:28
Valeu pela participação Chris!
Torcemos que possa nos dar auxilio nos estudos aqui no forum! Um abraço


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Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 17/03/10 as 18:48
Galera, criei um novo usuário, agora sim com assinatura, email e tal. Não tinha cadastrado o meu email no usuário coyens. Vivendo e aprendendo!

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: Tiih
Data de Publicação: 17/03/10 as 19:06
-

seja bem vindo cara! Espero que possa nos ajudar aqui no fórum
também com sua experiência e conhecimento sobre o nosso glorioso
instrumento!

Abraços.


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 17/03/10 as 19:46
Obrigado a todos pela recepção! Agora, po ninguém se habilita a fazer uma pergunta sobre técnica de batera? Estou às ordens para responder da melhor forma que puder!

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: wilario
Data de Publicação: 17/03/10 as 21:55
Originalmente postado por Bolacha Bolacha escreveu:

Cola em Campinas q eu faço aula com você hehehe


São Paulo não seria mais perto?
LOLLOLLOL
LOL

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http://www.solidep.com.br" rel="nofollow - http://www.solidep.com.br


Postado Por: FDieder
Data de Publicação: 17/03/10 as 22:07
Chrisoyens, com a tua experiência... passa umas dicas legais de afinação e gravação... como tirar um som bacana em estúdio, pegada na hora de gravar, afinação... podia abrir uns tópicos sobre esses dois temas.

A propósito: tem uma música da Marina que eu sempre achei a batera muito bem gravada, com relação a timbres, groove e frases... e acho que foi você quem gravou. O nome é "À meia voz".


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Abraços.


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 17/03/10 as 23:38
Obrigado aos que querem que eu migre pra São Paulo e Campinas, mas sou surfista também, onde vou pegar onda nesses lugares? Só de pensar no trânsito pra sair de Sampa nos finais de semana e chegar em Ubatuba ou Santos já fico nervoso! rsrsrs

FDieder, À meia voz é um disco não uma canção, mas realmente sou eu no disco todo, portanto valeu a moral! Esse negócio de afinação e tirar um bom som do instrumento não são coisas que gosto de falar muito, pois depende de tantos fatores como peles novas, bons microfones e prés, um bom técnico de gravação, etc... Afinação é um troço que vou mexendo e mexendo até me soar bem de acordo com o ambiênte, a sala, etc...

Agora a parte sobre uma boa pegada, ae sim posso contribuir!! Thumbs Up Isso é algo que realmente quero postar aqui e conversar a respeito, pois pelas experiências com meus alunos, vejo que grande parte dos professores de batera aqui não tem idéia do que ensinam, nem por quê que ensinam dessa maneira ou aquela! Vou até usar o exemplo do bom som no estúdio. Todo mundo que trabalha em estúdio sabe que o grande desafio na captação são a batera e a voz. Sei disso como produtor de discos. Muito bem. Então como é que se explica que quando aparece uma cantora como Zélia Duncan a voz fica foda nem que seja num SM58 fuleiro da vida?! Porque o segredo está na fonte! Ela canta bem e ponto, se não tem algum técnico irresponsável que estrague, a voz dela já vem pronta. Não sou professor de canto, portanto não sei explicar o fenômeno de uma boa voz, mas entendo sobre técnica de bateria e sei o que é necessário para uma pegada funcionar.

Veja que não estou falando sobre ESTILO, o estilo quente hoje, amanha será banal. Falo sobre controle, sobre uma pegada firme porém maleável, uma pegada em que a baqueta tenha resonância. Evidentemente que isto implica numa série de fatores, mas se eu tivesse que escolher um, diria que o principal é o aperfeiçoamento dos chamados pontos de transição. Do toque de pulso pro rebote pro toque de dedo pro pulso, etc... Este deve ser o foco técnico de um professor de batera. Portanto, não se pode ensinar um paradiddle para um aluno tendo seu terceiro ou quarto mes de aula só porque aparentemente ele é uma configuração de toques simples e duplos. O paradiddle só pode entrar no léxico de técnicas de um aluno quando ele tiver dominado os toques de rebote, o flam e os drags, senão vc estará contribuíndo para travar o sujeito. O paradiddle é um rudimento ultra sofisticado com uso de rebotes, toques de subida, pulsos e dedos. Meu ponto aqui é que há com toda certeza um processo correto de continuidade se vc quiser otimizar o aprendizado do seu aluno e a maioria dos professores nem conhecem isto por falta de critério ou aprofundamento em seus próprios métodos. O foco da maioria dos professores é em cima de levadas, viradas e ritmos e isso é ESTILO. Eu não desejo que o meu aluno aprenda estilos comigo!! Tenho 45 anos! Meu estilo amanhã será considerado careta, ou sei lá o que. rsrsrs Eu quero dar as ferramentas pro meu aluno criar o SEU estilo e só posso fazer isto se ele estiver sob controle do instrumento, completamente relaxado e com seus pontos de transição dominados.


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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: Ricardo Voodoo
Data de Publicação: 18/03/10 as 05:15
Que beleza achar esse post seu aqui Chris...sou fã declarado! Não só de vc baterista, como também tocando weissenborn...aliás, olha que FODA esse vídeo:



O disco solo do Cazuza "O Tempo não pára" é uma aula de bateria...arranjos totalmente fodásticos...quem tocando bateria? Chris Oyens...

Espero ainda poder ver vc tocando pessoalmente e talvez até combinar uma aula ou algo do tipo...moro perto de Joinville e Curitiba...então quem sabe...

Bem-vindo ao fórum!!!

Abração!


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http://www.twitter.com/ricardodavid - Twitter
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http://www.myspace.com/80eras - Minha Banda: 80 Eras


Postado Por: Rafael Dolinski
Data de Publicação: 19/03/10 as 05:31
Mark Craney!
Brother to Brother é um absurdo com ele. O que ele passou pra você estudar? 


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http://www.rafaeldolinski.com


Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 19/03/10 as 15:37
O Virgil Donatti tmbm teve aulas com o  Murray Spivack...

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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: @moreirabatera
Data de Publicação: 19/03/10 as 15:59
cara, faça um review das aulas que vc teve....kkkkk bem vindo e eu tbm se tivesse no rio estaria na fila para ter aulas...abraço

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Na dúvida, fale mal! =]


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 19/03/10 as 20:00
Virgil Donati teve muito poucas aulas com o Murray e na sua entrevista que eu lí na Modern Drummer, ele critica o método do Spivack! Como eu não acho ele nem aos pés (NEM ÀS UNHAS DOS PÉS!!) do Colaiuta ou Bellson, Carlos Vega ou até Chad Wackerman (um dos bateras mais subestimados que conheço), todos ex-alunos do Spivack, não dou muita bola pra ele não. Muita, muita independência e pouca musicalidade, na minha opinião.

Mark Craney foi um cara que me deu uma força incrível, pois tive aulas com ele no meu primeiro final de semana em LA. Ele me fez um preço super especial e me incentivou muito, pois realmente cheguei muito verde como batera ali. Ele me levou para ver e ouvir muita música bacana e me apresentou ao Colaiuta que em '83 estava recém saído da banda do Zappa e estava tentando se firmar como batera de estúdio. Fui assistir com o Craney uma banda de ex-membros do Zappa chamada Dog Cheese, os caras tocavam só em métricas muito estranhas e quando eu vi o Vinnie tocar comecei a chorar! Era como um Buddy Rich moderno com idéias e frases absurdas, parecia fazer o que lhe desse na telha! Foi irado mesmo!! Musicalidade de primeira, técnica perfeita, ousadia e uma criatividade absurdamente transgressora, enfim, todas as qualidades que eu vinha procurando num batera.

Mark tinha duas bateras montadas na garagem de sua casa que ele dividia com Myron Grombacher, batera na época da Pat Benatar que era uma cantora popular de New Wave (é galera, eu sou um pouco velho!! rsrs). Craney era canhoto e eu sentei na batera normal para dextros e fui humilhado!! rsrs Ele começou a tocar um monte de ritmos difíceis de funk e eu correndo atrás para tentar pegar. Não sei se era um método tão eficiênte de dar aulas (depois com o Colaiuta eu sofri muito mais, pois tudo tinha o DOBRO de velocidade!!), mas ajudou a me estimular e me fazer querer melhorar muito. Craney era MUITO, muito sincero e me disse que eu não tava dominando os andamentos de forma adequada e pra viver e dormir com um metrônomo, coisa que eu fiz! Ele sofria já naquela época muito com diabete, tomava muita insulina e era bastante debilitado, mas que batera incrível, que suíngue!! Uma no depois quando ele foi internado, ajudei a organizar um show beneficente para arrecadar fundos para sua enorme conta de hospital e me orgulho em dizer que liguei pro Vinnie e ele como o cara gente fina, solidário que é, topou participar. Lamentei muito quando soube de sua morte prematura em 2005 e lamentei ter perdido contato com ele. Craney também foi responsável pelas minhas aulas com o David Garibaldi, historia que contarei em um outro momento. Abs, galera!


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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: Bolacha
Data de Publicação: 19/03/10 as 20:29
Originalmente postado por wilario wilario escreveu:

Originalmente postado por Bolacha Bolacha escreveu:

Cola em Campinas q eu faço aula com você hehehe


São Paulo não seria mais perto?
LOLLOLLOL
LOL

Não, heuhaeueaueauhea.

Moro em Americana/SP e estudo em Campinas, 40 min um do outro.. Sampa ja seria 1h30 um do outro (sendo MUITO otimista) =D

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Ao Chris, cara, não tinha nem noção com quem estou falando através do forum! Você é daqueles que tem q sugar todo seu conhecimento hehehe, assim como você fez com os outros mestres absolutos dos tambores!!! Fiquei muito instigado em ter aula com você, mas por uma simples questão de distancia, não dá =/!!

Dá pra você surfar no rio de Piracicaba? não rola?

eahueahuehaeuaeuahuehaueauhueahuehauea!!

Grande abraço!!!


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 19/03/10 as 21:16
Acho que vc ta confundindo surf com jet ski, não? Rsrsrs

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: Bolacha
Data de Publicação: 19/03/10 as 21:29
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Acho que vc ta confundindo surf com jet ski, não? Rsrsrs

Hehehe, na verdade só to formulando hipoteses desesperadas pra vc largar mão do Rio e vir pra cá =D eaehauheah


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 20/03/10 as 16:30
Estou tentando fechar alguma coisa com um patrocinador em São Paulo para fazer seminários sobre o método Spivack. Se alguém tiver alguma dica de como eu possa agilizar isto, serei grato. Assim terei como conhecer todos os que vivem em Sampa também e a gente troca uma idéia.

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 20/03/10 as 17:45
esse site é seu ??

http://www.christiaanoyens.com.br/

esse é vc?
http://www.youtube.com/watch?v=08tiU7Bjm3E
http://www.youtube.com/watch?v=IScD7cCRxhA


Locura hein, muito bom :D


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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 20/03/10 as 20:16
Sim, sim e sim! LOL

Já há alguns anos venho me dedicando a minha segunda vertente que é o meu trabalho com o violão de colo havaiano. Tenho o meu trabalho solo divulgado no meu site com o meu disco "Adeus Paraíso" e também uma banda chamada El Niño, fundada por mim com o bi-campeão mundial se surf e compositor Teco Padaratz. Também irei fazer uma nova turné em Agosto com o famoso compositor de kirtan, Krishna Das.

Mas galera o que espero contribuir por aqui são os meus conhecimentos de técnica de batera! Vou instigar um pouco isso então. Quem estiver lendo isso agora: pegue um par de baquetas e uma caixa e faça um rulo de toques duplos numa velocidade ridiculamente lenta. Tudo executado com os pulsos apenas. Vá acelerando MUITO gradativamente, vai haver um ponto em que vc terá que começar a usar o rebote, ne? Este é o chamado ponto de transição. O som dos toques duplos mudou de alguma maneira? Ficaram mais frouxos? Com menos volume? A mudança do som dos pulsos pro rebote mudou? Pois nada disso deveria acontecer!!! Se vc não trabalhar isto corretamente são nessas mudanças (que ocorrem na batera o tempo inteiro!) que irão te delatar quanto a tua deficiência técnica. Em resumo, não se deve dar foco nos toques lentos de pulso, nem em tocar ultra-rápido com rebotes (como todo mundo faz!), mas em trabalhar o rebote ultra-lento e as viradas de pulsos rápidas e relaxadas!


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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 22/03/10 as 18:00
Muito bom cara... bom mesmo!

vai viajar pelo Brasil em turne??


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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: Black Nails
Data de Publicação: 22/03/10 as 18:20
...se vier para BH avisa hein...

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VENDO PEDAL DUPLO DW 9000 CANHOTO!!!!


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 22/03/10 as 18:37
Estou em turne no momento com o cantor e saxofonista Milton Guedes. Final de semana que vem estaremos em Brasília para 2 shows.

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: meleu
Data de Publicação: 27/03/10 as 13:27
chris,
 
que tal comentar um pouco sobre a técninca do spivack?
 
dei uma pesquisada rápida na net e vi nuns fórums aí fora que o "grip" é basicamente focado no indicador, polegar e dedo médio. o mindinho e o anelar não são usados.
 
você confirma essas informações? poderia comentar um pouco sobre essa pegada do spivack?
 
 
valeu!


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meleu


Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 27/03/10 as 18:06
é verdade, conta um pouco pra gente!

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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 27/03/10 as 23:39
Boa ideia. 2a feira chego de viagem, vou ver se defino os fundamentos basicos desta filosofia pra vcs. Fico feliz que exista este interesse. Abs, chris

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: meleu
Data de Publicação: 28/03/10 as 10:33
po chris,

continuei lendo o fórum no drummerworld.com e me parece que você é o cara que mais tira dúvidas sobre a "murray spivack technique" na web. ;-)

acho que se você traduzir algumas daquelas coisas que disse lá já vai clarear algumas coisas a respeito desse coroinha esperto. :-)

e pra descontrair um pouco que tal comentar um pouco sobre aquela história de estudar o stick control INTEIRINHO a 80 bpm?

obrigado.


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meleu


Postado Por: Rafael Dolinski
Data de Publicação: 29/03/10 as 06:18
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Virgil Donati teve muito poucas aulas com o Murray e na sua entrevista que eu lí na Modern Drummer, ele critica o método do Spivack! Como eu não acho ele nem aos pés (NEM ÀS UNHAS DOS PÉS!!) do Colaiuta ou Bellson, Carlos Vega ou até Chad Wackerman (um dos bateras mais subestimados que conheço), todos ex-alunos do Spivack, não dou muita bola pra ele não. Muita, muita independência e pouca musicalidade, na minha opinião.

Mark Craney foi um cara que me deu uma força incrível, pois tive aulas com ele no meu primeiro final de semana em LA. Ele me fez um preço super especial e me incentivou muito, pois realmente cheguei muito verde como batera ali. Ele me levou para ver e ouvir muita música bacana e me apresentou ao Colaiuta que em '83 estava recém saído da banda do Zappa e estava tentando se firmar como batera de estúdio. Fui assistir com o Craney uma banda de ex-membros do Zappa chamada Dog Cheese, os caras tocavam só em métricas muito estranhas e quando eu vi o Vinnie tocar comecei a chorar! Era como um Buddy Rich moderno com idéias e frases absurdas, parecia fazer o que lhe desse na telha! Foi irado mesmo!! Musicalidade de primeira, técnica perfeita, ousadia e uma criatividade absurdamente transgressora, enfim, todas as qualidades que eu vinha procurando num batera.

Mark tinha duas bateras montadas na garagem de sua casa que ele dividia com Myron Grombacher, batera na época da Pat Benatar que era uma cantora popular de New Wave (é galera, eu sou um pouco velho!! rsrs). Craney era canhoto e eu sentei na batera normal para dextros e fui humilhado!! rsrs Ele começou a tocar um monte de ritmos difíceis de funk e eu correndo atrás para tentar pegar. Não sei se era um método tão eficiênte de dar aulas (depois com o Colaiuta eu sofri muito mais, pois tudo tinha o DOBRO de velocidade!!), mas ajudou a me estimular e me fazer querer melhorar muito. Craney era MUITO, muito sincero e me disse que eu não tava dominando os andamentos de forma adequada e pra viver e dormir com um metrônomo, coisa que eu fiz! Ele sofria já naquela época muito com diabete, tomava muita insulina e era bastante debilitado, mas que batera incrível, que suíngue!! Uma no depois quando ele foi internado, ajudei a organizar um show beneficente para arrecadar fundos para sua enorme conta de hospital e me orgulho em dizer que liguei pro Vinnie e ele como o cara gente fina, solidário que é, topou participar. Lamentei muito quando soube de sua morte prematura em 2005 e lamentei ter perdido contato com ele. Craney também foi responsável pelas minhas aulas com o David Garibaldi, historia que contarei em um outro momento. Abs, galera!

Muito legal! Acho que aqui no forum poucos conhecem o Mark mas recomendo a todos que pesquisem sobre ele, ele era demais.





E com o Vinnie? Como foram os estudos? 

Chris, está dando aulas em São Paulo?


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http://www.rafaeldolinski.com


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 29/03/10 as 22:25
A pedidos então, vou falar um pouco sobre o método Spivack. Aqui vão as principais premissas de sua filosofia sobre técnica das mãos.

Existem apenas três tipos de toques para um baterista executar: O toque simples, o toque duplo e o flam. TUDO que tocarmos na bateria será em cima destes três tipos de toques, de uma forma ou outra.

Existem mais 4 execuções técnicas básicas que nos auxiliam a executar a combinação de toques que mencionei acima: o toque de pulso, o toque de dedo, o toque de subida e o toque de descida. Portanto, denominamos tudo que fazemos em termos técnicos na batera em 7 movimentos básicos:
1. O toque de pulso
2. O toque de dedo
3. O toque simples
4. O toque duplo (rebote)
5. O toque de subida (up stroke em inglês)
6. O toque de descida
7. O flam

As aulas focam em 3 questões principais:
1. Controle e velocidade através do aprimoramento dos pontos de transição (calma, já irei explicar! rsrs). Isto ocorre em duas fases. A primeira estudando os rulos simples e duplos e depois num estágio avançado, com o livro Stick Control do George L. Stone.
2. O aprendizado e memorização das nossas escalas - Rudimentos.
3. Leitura de caixa do básico ao avançado com livros como Podemski, Louie Bellson "4/4 Reading Text" e "Odd Time Reading Text", Anthony Cirone "Portraits in Rhythm" (livro absurdamente difícil!) e C. Wilcoxin "Rudimental Swing Solos".

A Filosofia Spivack:

Existe SIM um modo certo ou errado de se tocar bateria. Para se tocar certo o baterista deve ter pleno domínio de sua pegada e respeitar algumas leis extremamente básicas de física, pois a baqueta nada mais é do que uma manivela e nossas mãos uma alavanca onde ela gira, pivota e quica. Murray aceitava e ensinava qualquer uma destas 3 técnicas:
1. A pegada tradicional (Traditional grip)
2. O matched German grip (palmas das mãos apontadas para baixo)
3. O matched French ou Timpani grip (polegares apontados para cima)

Qualquer uma destas 3 pegadas vão ter dois focos principais: a pinça e o fulcro. A pinça é o ponto entre dois dedos em que iremos aplicar a pressão adequada para controlar a direção de giro da baqueta e o fulcro é o ponto de giro e rebote da baqueta.

( Se vcs estão achando a filosofia acima extrema ou radical, lembrem-se que o Hélio Gracie criou uma filosofia parecida em relação às artes marciais e mudou o curso da história das lutas competitivas com isso. )

Os pontos de transição são referências cruciais, pois neles mudamos da velocidade do pulso pro rebote. O aluno aos poucos vai diminuindo seu 'ponto crítico' que nada mais é do que o ponto entre a velocidade mais rápida do pulso e a mais lenta do rebote. Ou seja, é relativamente fácil tocar rebotes rápidos ou toques de pulso lentos. Então o foco das aulas é de trabalhar a virada de pulso rápida e o rebote muito mais lento do que outros professores se preocupam em ensinar. Desta forma, o baterista em pouco tempo chega num nível ultra avançado de técnica, pois é nos pontos de transição que ele se entrega! É ali que ele demonstra sua inexperiência em termos de controle e agilidade no instrumento.

Após alguns meses de estudo quando o aluno já dominar bem os 7 básicos, podemos passar pro Stick Control e há apenas dois andamentos possiveis para se estudar o livro (depois do término do curso se o aluno quiser estudar o livro em andamentos rápidos sozinho, ele terá plenas condições de faze-lo). Se o aluno tiver a tendência de uma pegada um pouco tensa ou apertada na pinça, o andamento do livro será a mínima = 80. Já se o aluno tiver uma pegada frouxa em que a baqueta as vezes fica caíndo da mão, etc... o andamento trabalhado no livro todo aumentará para a mínima = 108 ou 112. Murray chamava o Stick Control de "o grande condicionador". Este incrível livro com um bom professor, como o próprio título sugere, ensina como dominarmos a baqueta em qualquer circunstância!

Os rudimentos com o Spivack eram SEMPRE aprendidos numa única e exclusiva ordem. Ele chamava este método de "continuity of the strokes", ou seja, continuidade dos toques. Desta forma vc aprende os rudimentos numa maneira gradativa. Um rudimento naturalmente vai levando ao outro, numa sequência lógica seguindo os conceitos acima sobre básicos. Então não se ensina um paradiddle antes do aluno dominar um flam-tap ou ratamacue, pois o paradiddle é um rudimento muito mais sofisticado (mesmo que nele não exista um único flam ou drag!). Nele por exemplo, aplicamos todos os movimentos básicos mencionados acima com a exceção do flam, é claro.

O aluno não deve levar mais de 2 ou 3 anos para aprender tudo. Se neste tempo o aluno não aprendeu a culpa é do professor! Apenas uma vez me atrevi a chegar despreparado para uma aula com o Murray, ele repetiu TUDO da aula prévia e tomei um esporro tão grande que isto NUNCA mais se repetiu. Ele me disse que não havia desculpas, que se eu não estudasse, nada ia acontecer ali e que ele tinha uma lista de espera enorme de alunos prontos para entrarem no meu lugar! Eu trabalhava em LA para me sustentar e minha vida não era fácil, mas aprendi uma lição enorme ali com o Murray. Se não estamos prontos para darmos 110% ali, não vamos nos tornar músicos competitivos num mercado tão difícil! Mesmo que eu tivesse que virar duas noites seguidas antes das aulas, eu nunca mais cheguei despreparado no estúdio do Spivack.

Além de ser o melhor professor que já conheci, Murray era um gentleman. Uma pessoa atenciosa, educada e sempre carregada de ânimo e vitalidade. Sinto muita falta de sua amizade e dos nossos papos sobre os mais variados assuntos. Que Deus o tenha!



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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 30/03/10 as 00:28
Poxa cara, altamente instrutivo isso que vc contou!

vc pode explicar um pouco mais sobre " os pontos de transição" e a tal "ordem natural dos rudimentos?





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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 30/03/10 as 01:17
Sim claro. Transition points, como o nome sugere, são os pontos em que vc passa do pulso pro rebote e/ou vice e versa. Vou tentar elucidar: quando tocamos temos que tomar decisões inconscientes sobre a nossa técnica. Às vezes, um rebote bem lento é a melhor opçao para dois ghost notes em sequencia, mas os executamos com dois toques de pulso, por medo de arriscar um rebote lento que irá sair mais ou menos. Trabalhar os pontos de transição então significa trabalhar os pontos fracos da nossa técnica: rebotes lentos ou movimentos rápidos com o pulso. Faça um teste vc mesmo: Execute um rulo de cinco toques (5 stroke roll) alternando as mãos, ne? Faça do ultra-lento ao ultra-rápido, se for preciso grave em áudio o que vc está fazendo. Vc verá que quando vc começa a acelerar este rudimento vai acontecer um momento em que ele muda de som - é o ponto de transição! É esta velocidade que vc tem que trabalhar para que o som não mude passando do pulso pro rebote! Assim que eu tenha condições de me filmar, vou postar um vídeo no YouTube demonstrando isto melhor.

A lista de rudimentos eu não passo. Não adianta nada sem um professor familiarizado com o método do Spivack. Porém, quando eu tiver uma filmadora, posso demonstrar o método de continuidade, ok?


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Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 30/03/10 as 01:22
tranquilo... Thumbs Up no problem!

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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 30/03/10 as 03:43
Se eu colocasse a lista de rudimentos aqui, ninguem ia entender mesmo. Ia estar fazendo um desseviço à filosofia Spivackiana. rsrs

Até pouco tempo atrás tinha no YouTube uns vídeos do Murray simulando uma aula com o Louie Bellson. Bellson se mobilizou para registra isto nos últimos meses de vida do Murray. Mas o Murray tava com 92 anos de idade e já muito doente, portanto não gosto muito, mas era uma maneira de conhecer um pouco seu método. Os vídeos de qualquer maneira foram retirados.


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Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 30/03/10 as 16:58
uma coisa q tenho um pouco de dificuldade em assimilar...
pq vc diz que o paradidle é taão sofisticado??


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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 30/03/10 as 19:31
Porque ele é!!! A gente faz brrrrrrrrrrrrrr com uma porrada de rudimentos, toca eles rápido e tal. Tenta tocar os paradiddles REALMENTE rápido! Po, cara é difícil! Os rudimentos com flam tem uma coisa interessante: não soam bem tocados rápidos, pois perde-se o espaço entre as notas dos flams. Mas o paradiddle dá pra tocar rápido e poucos arriscam, pois é difícil paca! O Flam Paradiddle é mais sofisticado, usa os sete básicos que menciono acima, mas como disse, o flam não se acelera tanto, pois soa esquisito. Eu peço para um novo aluno tocar um paradiddle da velocidade mais lenta até a mais rápida e sei num minuto exatamente onde ele está técnicamente falando. O paradiddle é um divisor de águas no repertório técnico de qualquer batera.

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Postado Por: meleu
Data de Publicação: 31/03/10 as 03:25
chris,

uma curiosidade: naquele episódio do esporro que você tomou do murray, o que você quer dizer com "chegar despreperado para uma aula"?

é chegar sem suas baquetas, caderno ou algo do tipo. ou é chegar sem fazer o "dever de casa".

grato.


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meleu


Postado Por: William_Kambau
Data de Publicação: 31/03/10 as 04:52
chris...só pra ver se eu entendi... esse lance de "pulso rápido e rebote lento", vc se refere a estudar desacelerando o rebote, para poder trabalha-lo melhor? é isso?


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 31/03/10 as 09:32
Meleu, vc acertou na segunda hipótese. Chegar despreparado e não ter estudado o material.

William, vamos pegar um rudimento como exemplo. Que tal o rulo de dois toques (famoso mama/daddy). O rebote neste rudimento pode ser lento ou rápido, ne? Pegue seu metrônomo e ponha ele em 72 = se-mínima. Vc irá tocar o rulo como semi-colheias, ok? Então  a cada série de RRLL, a batida do metrônomo irá coincidir com o primeiro toque da mão direita, certo? Experimente fazer então o rebote neste andamento. Difícil né? Este é um exemplo de trabalhar um ponco crítico (rebote lento) e aprimorar o chamado ponto de transição. Resumindo: ficando comfortável tanto com toques de pulso rápidos quanto rebotes lentos vc poderá transitar entre eles com facilidade e fazer o rulo acelerando soar homogêneo. Vc não irá dar bandeira para um ouvinte experiênte do ponto em que vc muda de um pro outro, pois a tua "musculatura" de pulso e rebote estará devidamente alongada.


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Postado Por: Dobermann
Data de Publicação: 01/04/10 as 16:43
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Porque ele é!!! A gente faz brrrrrrrrrrrrrr com uma porrada de rudimentos, toca eles rápido e tal. Tenta tocar os paradiddles REALMENTE rápido! Po, cara é difícil! Os rudimentos com flam tem uma coisa interessante: não soam bem tocados rápidos, pois perde-se o espaço entre as notas dos flams. Mas o paradiddle dá pra tocar rápido e poucos arriscam, pois é difícil paca! O Flam Paradiddle é mais sofisticado, usa os sete básicos que menciono acima, mas como disse, o flam não se acelera tanto, pois soa esquisito. Eu peço para um novo aluno tocar um paradiddle da velocidade mais lenta até a mais rápida e sei num minuto exatamente onde ele está técnicamente falando. O paradiddle é um divisor de águas no repertório técnico de qualquer batera.
Por pura coincidência, acabei de ver isto com um professor que foi substituir meu professor. O cara me mostrou um paradiddle que eu nunca tinha visto. Resumindo, cada "pedaço" do paradiddle é feito com uma pegada diferente, não é aquela coisa reta que normalmente todo professor ensina. Aí ví que tenho MUUUUUITO o que aprender.


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Dobermann


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 01/04/10 as 23:18
Fiz um scan da única entrevista feita com Murray Spivack para a Modern Drummer. A entrevista ocorreu em 1983, Spivack tinha 80 anos na época. Ele me contou que ficou um pouco irritado com cara da entrevista que errou alguns andamentos escritos ali, mas para vcs que entendem inglês, já demonstra a inteligência e perspicácia da sua filosofia, além de sua impressionante experiência como educador.

Parte I: http://i287.photobucket.com/albums/ll132/chrisoyens/MurrayMD12.jpg

Parte II: http://i287.photobucket.com/albums/ll132/chrisoyens/MurrayMD2.jpg

Parte III: http://i287.photobucket.com/albums/ll132/chrisoyens/MurrayMD3.jpg



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Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 02/04/10 as 00:49
poxa q massa hein... o cara era lenda mesmo, além de figuraça!

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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: Mutley
Data de Publicação: 02/04/10 as 05:50
"O paradiddle é um divisor de águas no repertório técnico de qualquer batera."
 
 
CONCORDO E GÊNERO, NÚMERO E GRAU!
 
PARABÉNS PELOS POSTS!


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Técnica não é nada sem musicalidade!!! BAQUETAS LIVERPOOL + batera dw collectors + sabiam hhx evolution!


Postado Por: Black Nails
Data de Publicação: 02/04/10 as 14:57
...só dando um helps...









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VENDO PEDAL DUPLO DW 9000 CANHOTO!!!!


Postado Por: Viniciusmatos
Data de Publicação: 07/04/10 as 00:36
Postando só pra dizer que já tive o prazer de conhecer o Christian e vê-lo tocando de perto em um workshop!

Pra mim, simplesmente um dos maiores músicos do país! Um grande exemplo! Com certeza ainda farei alguma aula com ele quando estiver pelos lados do Rio.

Ficarei de olhos nos comentários dele aqui no fórum, pois tenho certeza de que serão de grande aprendizado!

Grade abraço e seja bem vindo ao fórum, Chris!


Postado Por: onivoro
Data de Publicação: 07/04/10 as 00:40
poxa, a data da reportagem... é do ano q nasci :S

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Escrevi e saí correndo...


Postado Por: Bolacha
Data de Publicação: 07/04/10 as 01:02
Precisava urgente ter aula com você, Chris, hehe, pra quem sabe eu me tornar um baterista um dia...!!!


Postado Por: William_Kambau
Data de Publicação: 08/04/10 as 02:25
Ae chris.. to curioso pra ver uns videos seus com algumas dicas... vi q vc tem intenção de filmar umas coisas... vc tem previsão de quando será possível?


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 08/04/10 as 16:00
Sim William, obrigado pelo interesse. Creio que daqui ha umas duas ou três semanas estarei com a filmadora que encomendei. Quero criar um blog com dicas e exemplos de técnica de bateria e claro, conto com a ajuda de vcs para divulgá-lo! Enquanto isso, estou à disposição para tentar responder qualquer pergunta que exista sobre técnica por aqui. Estou feliz de ter encontrado um espaço tão bacana para trocar idéias com bateras de todo o país!

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Postado Por: Daniel Ortiz
Data de Publicação: 08/04/10 as 23:54
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Sim William, obrigado pelo interesse. Creio que daqui ha umas duas ou três semanas estarei com a filmadora que encomendei. Quero criar um blog com dicas e exemplos de técnica de bateria e claro, conto com a ajuda de vcs para divulgá-lo! Enquanto isso, estou à disposição para tentar responder qualquer pergunta que exista sobre técnica por aqui. Estou feliz de ter encontrado um espaço tão bacana para trocar idéias com bateras de todo o país!


Cara, se tu puder me ajudar dando algumas expicações neste tópico que criei sobre ritmos sincopados.

http://www.batera.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=56434

Eu realmente procurei entender como eles funcionam e o que são mas ainda não consegui digerir.

Será de grande contribuição.

E cara, parabéns pelo tópico.
Informações extremamente raras.

Valeu!!!!!!!!!!!!!!!!


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Humildade é a palavra que nos faz ir mais longe!


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 09/04/10 as 17:38
Tá respondido teu post Daniel, valeu!

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Postado Por: Bertoli
Data de Publicação: 20/04/10 as 06:41
Olá Chris.
Parabéns pela sua boa vontade em ajudar aqui no fórum e também parabéns pela sua música, que escutei em seu site.

Com relação à técnica na bateria, eu queria lhe perguntar algo que está muito presente atualmente nos materiais, que é o finger control, nos ensinamentos que você teve com Spivack isso era abordado na parte de rebote ? Como era ?

Um abraço.


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 20/04/10 as 17:16
Fala Bertoli, é um prazer paticipar do Fórum e trocar idéias com tanta gente bacana! Sem falar que está sendo uma ótima oportunidade de divulgar um pouco este método aqui e em pouquíssimo tempo já me procuraram 3 alunos daqui do Fórum! 3 pessoas muito legais devo dizer! Não vivo apenas de dar aula. Ano Passado participei das turnés do Paulinho Moska e do Lulu Santos na turné do LongPlay. Claro que existe um benefício financeiro em dar aulas, mas a principal questão pra mim é manter contato com a nova geração de bateras e não esquecer NADA do que o Murray me passou, pois considero este método brilhante!

Sobre o finger control. Faço das minha minhas palavras as do meu mestre! Como está acima no scan que fiz da sua entrevista para a Modern Drummer, Murray diz que ele introduz os toques de dedo no seu método como um "complemento e não como um substituto para os toques de pulso". Estou plenamente de acordo, pois não queremos jamais ter velocidade às custas da perda da potência. Isto não irá impedir que vc pegue um exercíco e dê foco nos toques de dedo para ganhar velocidade, mas desde que vc se conscientize que ao usar uma sequência de 3 ou 4 toques com uma só mão, este movimento irá partir do teu pulso. Como vc observou o rebote também requer finger control, mas de outra maneira, já que o rebote é um atalho para economizar movimentos.

Hoje em dia com estas competições estúpidas de quem toca o rulo simples mais rápido, surgiu uma demanda por dicas de como acelerar os toques de dedo, mas isto não tem NADA a ver com música! O nosso objetivo deve ser controle e bom gosto tanto tocando devagar como rápido. Se aprende primeiro a tocar devagar. A velocidade é consequencia do bom uso da técnica e exercícios para se tocar com controle, dinâmica e boa sonoridade.


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Postado Por: Black Nails
Data de Publicação: 20/04/10 as 17:23
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Hoje em dia com estas competições estúpidas de quem toca o rulo simples mais rápido, surgiu uma demanda por dicas de como acelerar os toques de dedo, mas isto não tem NADA a ver com música! O nosso objetivo deve ser controle e bom gosto tanto tocando devagar como rápido. Se aprende primeiro a tocar devagar. A velocidade é consequencia do bom uso da técnica e exercícios para se tocar com controle, dinâmica e boa sonoridade.
 
...xará...gosto desse seu posicionamento...apesar de eu tocar BM e as músicas terem andamentos bem rápidos...mas o lance é que a maior parte dos caras querem alcançar velocidades absurdas...perdema pegada...e na hora de tocar trigam a batera inteira...ai é foda...meu professor é enfático: para Metal, pegada em primeiro lugar LOL (para Metal hein)...


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VENDO PEDAL DUPLO DW 9000 CANHOTO!!!!


Postado Por: Luis Guilherme
Data de Publicação: 20/04/10 as 17:51
Muito bacana os ensinamentos aí... Parabéns Chris !
Continue contribuindo.
 
Quem sabe, qualquer dia rola uma aula em Sampa...
 
 
Abraço.
 
LG


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 20/04/10 as 17:58
Claro! Estou procuarndo fechar workshops em Sampa sobre técnica de batera.

Black Nails, concordo com o teu teacher. Quando eu comecei a tocar não havia essa demanda toda com velocidade. Os tempos mudaram com Heavy Metal e estilos que requerem rapidez já na primeira música. Só que o instrumento não muda!! Não adianta mesmo querer botar o carro na frente dos bois. Controle vem em primeiro lugar, depois a velociade virá naturalmente como consequência.


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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 25/05/10 as 22:16
Finalmente chegou o meu gravador de vídeo! Portanto inicio o processo de conceitos básicos na filosofia de técnica Murray Spivack. 

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: AHM
Data de Publicação: 25/05/10 as 22:26
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Finalmente chegou o meu gravador de vídeo! Portanto inicio como prometido o processo de conceitos básicos na filosofia de técnica Murray Spivack. Ainda tenho que melhorar a captação de áudio e a iluminação, mas dá pro gasto, ou pelo menos assim espero.

http://christiaanoyens.blogspot.com/2010/05/metodo-murray-spivack.html - http://christiaanoyens.blogspot.com/2010/05/metodo-murray-spivack.html

Fera demais Chris, aguardamos o início das aulas!

Abração e obrigado pela iniciativa


Postado Por: denismiranda
Data de Publicação: 25/05/10 as 23:08
Excelente!
 
naquela primeira "série" que você fez, você usou só pulso? Ou usou algum rebote?

Abraço!


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DENIS MIRANDA
CANSADO


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 25/05/10 as 23:35
Oi Denis, usei só pulso para ilustrar como funcionam os pontos de transição. Irei explicar detalhademante isso depois. O problema é que não terei tempo de demonstrar isto em cada uma das 3 pegadas, portanto vou mostrar rapidamente os conceitos básicos com as 3 pegadas e depois aprofundar mesmo na minha escholha que é a pegada de sobremão. 

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Postado Por: Bertoli
Data de Publicação: 26/05/10 as 00:33
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Finalmente chegou o meu gravador de vídeo! Portanto inicio como prometido o processo de conceitos básicos na filosofia de técnica Murray Spivack. Ainda tenho que melhorar a captação de áudio e a iluminação, mas dá pro gasto, ou pelo menos assim espero.

http://christiaanoyens.blogspot.com/2010/05/metodo-murray-spivack.html - http://christiaanoyens.blogspot.com/2010/05/metodo-murray-spivack.html


Ótimo vídeo Chris, vou acompanhar seus posts por aqui e pelo blog e te desejar sucesso para seus trabalhos e tempo para ajudar a todos com suas dicas...

Um abraço.


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 29/05/10 as 21:05
Eis a segunda entrada no blog. Este vídeo demonstra o currículo invejável que este professor teve, sendo ele o mestre que moldou a técnica do Louie Bellson. Bellson até pouco tempo era o único membro com vida do seleto grupo chamado "Big Three", junto com Buddy Rich e Gene Krupa.

Enquanto isso, vou pensando aqui em como passar por vídeo blog as pegadas Spivack da maneira mais clara possível. Prometo que este será o próximo vídeo.

http://christiaanoyens.blogspot.com/2010/05/criei-este-video-como-trubuto-ao-mestre.html - http://christiaanoyens.blogspot.com/2010/05/criei-este-video-como-trubuto-ao-mestre.html


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Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 29/05/10 as 21:09
Fiquei na dúvida se devo divulgar os vídeos neste post, ou se crio um novo post tipo "Blog sobre a técnica Spivack". O que vcs acham? Não desejo poluir este Fórum com diferentes entradas, mas quero divulgar isto o máximo possível. Não apenas para captar alunos, mas porque realmente acredito na riqueza de material que tenho para divulgar com este método. Agradeço qualquer sugestão de vocês sobre isto.

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: AHM
Data de Publicação: 29/05/10 as 23:30
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Fiquei na dúvida se devo divulgar os vídeos neste post, ou se crio um novo post tipo "Blog sobre a técnica Spivack". O que vcs acham? Não desejo poluir este Fórum com diferentes entradas, mas quero divulgar isto o máximo possível. Não apenas para captar alunos, mas porque realmente acredito na riqueza de material que tenho para divulgar com este método. Agradeço qualquer sugestão de vocês sobre isto.

Cara primeiramente , emocionante a homenagem.Maravilhosa contribuição, só faz querermos aprender mais e mais sobre a metodologia Spivack.
Quanto à criação ou não de novo tópico, sou totalmente à favor, poderia , dentro do aulas e estudos criar um tópico entitulado GRUPO DE ESTUDOS MÉTODO SPIVACK e os moderadores poderiam fixar o tópico, que é dos mais interessantes e originais aqui já criados.
Parabéns mais uma vez pela iniciativa, estarei participando e acompanhando sempre por aqui.
Chris, deixa te perguntar: do que o método spivack difere do Moeller? Ambos tem base na economia e aproveitamento de movimentos, no caso do moeller é circular, análogo ao pendulo, tem a base no whip(chicotada), e o spivack difere muito?

ABraços




Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 30/05/10 as 05:16
Sim a técnica difere bastante em relação ao Moeller. Vou explicar melhor isto nos vídeos, mas também sem comparar, né? Não creio que para adotar um técnica tenha que criticar outra. O Murray não era fã do método Moeller e ele conheceu o Moeller pessoalmente, pois ambos eram professores de técnica em Nova Iorque, só que o Moeller exigia que o aluno treinasse em pé!! Murray não gostava nem um pouco dessa história. Buddy Rich adaptou muito a técnica Moeller para se tocar sentado e o Murray dizia que seu pupilo Louie Bellson tocava tudo que o Buddy Rich tocava com metade do esforço. Talvez haja uma dose de exagero nessa opinião, mas é um fato que o Louie não sofria das dores horrorosas que o Buddy tinha na coluna e musculatura lombar.

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Postado Por: William_Kambau
Data de Publicação: 31/05/10 as 05:57
Posso até estar falando um grande de uma besteira, mas as vezes acho q a tecnica moeller não se aplica bem a tudo (assim como outras tecnicas e metodos)... no video do jojo mayer, ele fala sobre varios conceitos e tecnicas, adotando a ideia de se ter um repertório de possibilidades a sua disposição para aplicar no melhor momento...acho q o moeller seria uma dessas possibilidades...


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 31/05/10 as 07:11
William, concordo em gênero, número e grau.

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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: wilario
Data de Publicação: 31/05/10 as 16:30
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Sim a técnica difere bastante em relação ao Moeller. Vou explicar melhor isto nos vídeos, mas também sem comparar, né? Não creio que para adotar um técnica tenha que criticar outra... 


Fiquei muito curioso sobre o assunto...
Concordo que algumas comparações levam a opiniões que acabam distorcendo a finalidade de uma técnica. Temos o péssimo hábito de comparar "isso" melhor que "aquilo" quando na verdade são metodologias que se desenvolvem em anos de estudo e trabalho árduo dentro do contexto de quem a vivenciou.
Se Spivack, Louie Bellson e Buddy Rich ficaram famosos, devemos compreender o que e como fizeram. Acredito que observando seu trabalho pode-se buscar algum "feedback" ainda que para tocar forró ou reggae.


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Postado Por: AHM
Data de Publicação: 31/05/10 as 17:17
Originalmente postado por wilario wilario escreveu:

Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Sim a técnica difere bastante em relação ao Moeller. Vou explicar melhor isto nos vídeos, mas também sem comparar, né? Não creio que para adotar um técnica tenha que criticar outra... 



Concordo que algumas comparações levam a opiniões que acabam distorcendo a finalidade de uma técnica. Temos o péssimo hábito de comparar "isso" melhor que "aquilo" quando na verdade são metodologias que se desenvolvem em anos de estudo e trabalho árduo dentro do contexto de quem a vivenciou.


Bom quando eu citei ali em cima, percebam que eu levantei a questão perguntando(e não afirmando) no que um método DIFERE do outro e em nenhum momento comparei nada pejorativamente, porque até pelo fato do método Spivack ser muito mais restrito, nunca tive acesso ao mesmo(e acredito que 99% dos presentes aqui também não).Só conheço o Moeller(que ficou mais acessível com esse vídeo do Jojo Mayer, porém Jim Chapin e Freddie Gruber já o lecionavam há tempos,tornando -se assim muito mais difundido),e estou procurando conhecer o outro método, perguntando questões cabíveis ao especialista em questão.Se isso é uma comparação que denigre, é um péssimo hábito, ou o que quer que seja, me mostre aonde está o pejorativo por minha parte.


Postado Por: wilario
Data de Publicação: 31/05/10 as 20:16
Originalmente postado por -A-H-M- -A-H-M- escreveu:

Originalmente postado por wilario wilario escreveu:

... Temos o péssimo hábito de comparar "isso" melhor que "aquilo" quando na verdade são metodologias que se desenvolvem em anos de estudo e trabalho árduo dentro do contexto de quem a vivenciou...


Bom quando eu citei ali em cima, percebam que eu levantei a questão perguntando(e não afirmando) no que um método DIFERE do outro e em nenhum momento comparei nada pejorativamente, porque até pelo fato do método Spivack ser muito mais restrito, nunca tive acesso ao mesmo(e acredito que 99% dos presentes aqui também não).Só conheço o Moeller(que ficou mais acessível com esse vídeo do Jojo Mayer, porém Jim Chapin e Freddie Gruber já o lecionavam há tempos,tornando -se assim muito mais difundido),e estou procurando conhecer o outro método, perguntando questões cabíveis ao especialista em questão.Se isso é uma comparação que denigre, é um péssimo hábito, ou o que quer que seja, me mostre aonde está o pejorativo por minha parte.


Não entendi a sua comparação como pejorativa. Muito menos tive a intenção de desqualificar seu raciocínio.
Entretanto, não são poucos os users deste fórum que, com pouco ou nenhum fundamento, se referem a este ou aquele como "melhor" ou "pior". Isto foi o que me veio à mente ao pensar nas metodologias. Estas tem toda uma sistemática que raramente é compreendida pelos "youtubistas" e creio que foi o que o "chrisoyens" quis dizer com a frase: "Vou explicar melhor isto nos vídeos, mas também sem comparar, né? Não creio que para adotar um técnica tenha que criticar outra."...
Perdoe-me se em algum momento fui mais crítico do que devia, mas, sinceramente, esta não foi minha intenção.


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http://www.solidep.com.br" rel="nofollow - http://www.solidep.com.br


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 01/06/10 as 03:37
Já que surgiu este debate - método Spivack comparado ao método Moeller, vou dar foco nisso nas minhas explicações no vídeo. Quem sabe, de repente até fazer um vídeo no blog só sobre este assunto.

Só acho que tive pouco feedback aqui se deve persistir com o assunto por aqui mesmo ou criar um novo post tipo, Método Spivack.


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Aulas por Skype: chris.oyens@gmail.com


Postado Por: AHM
Data de Publicação: 01/06/10 as 03:56
Originalmente postado por wilario wilario escreveu:

Originalmente postado por -A-H-M- -A-H-M- escreveu:

Originalmente postado por wilario wilario escreveu:

... Temos o péssimo hábito de comparar "isso" melhor que "aquilo" quando na verdade são metodologias que se desenvolvem em anos de estudo e trabalho árduo dentro do contexto de quem a vivenciou...


Bom quando eu citei ali em cima, percebam que eu levantei a questão perguntando(e não afirmando) no que um método DIFERE do outro e em nenhum momento comparei nada pejorativamente, porque até pelo fato do método Spivack ser muito mais restrito, nunca tive acesso ao mesmo(e acredito que 99% dos presentes aqui também não).Só conheço o Moeller(que ficou mais acessível com esse vídeo do Jojo Mayer, porém Jim Chapin e Freddie Gruber já o lecionavam há tempos,tornando -se assim muito mais difundido),e estou procurando conhecer o outro método, perguntando questões cabíveis ao especialista em questão.Se isso é uma comparação que denigre, é um péssimo hábito, ou o que quer que seja, me mostre aonde está o pejorativo por minha parte.


Não entendi a sua comparação como pejorativa. Muito menos tive a intenção de desqualificar seu raciocínio.
Entretanto, não são poucos os users deste fórum que, com pouco ou nenhum fundamento, se referem a este ou aquele como "melhor" ou "pior". Isto foi o que me veio à mente ao pensar nas metodologias. Estas tem toda uma sistemática que raramente é compreendida pelos "youtubistas" e creio que foi o que o "chrisoyens" quis dizer com a frase: "Vou explicar melhor isto nos vídeos, mas também sem comparar, né? Não creio que para adotar um técnica tenha que criticar outra."...
Perdoe-me se em algum momento fui mais crítico do que devia, mas, sinceramente, esta não foi minha intenção.

Tranquilo Wilario, relaxe cara, admiro suas colocações neste forum, pela polidez e sinceridade,fiz as colocações pois julguei que seriam de valia para aprendermos mais acerca do método,e nunca para rotular ou pré-conceber algo tão complexo em poucos adjetivos.E sigamos com os estudos por aqui , já que o que todos queremos é crescer tanto como músicos  quanto como pessoas. 



Chris, quanto à sua pergunta, tenho a absoluta certeza de que um novo tópico deveria ser criado e fixado(como eu havia dito), evitando que ele descesse e ficasse sem visibilidade.
No que eu puder ajudar, conte comigo.Vamos aguardar a opinião dos outros que participaram neste tópico.
Quanto à discussão acerca dos 2 métodos, acho que será fabuloso um enfoque nesse aspecto.


Adriano.



Postado Por: Raniery
Data de Publicação: 01/06/10 as 04:04
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:


Só acho que tive pouco feedback aqui se deve persistir com o assunto por aqui mesmo ou criar um novo post tipo, Método Spivack.

Tô quieto mas acompanhando 100% Wink

Eu penso que seria uma boa sim você criar um post separado, chamado método Spivack. Seria ao mesmo tempo uma homenagem e uma "documentação" formal disso. 

Minha sugestão é que você poste "duplamente", ou seja, coloca os textos e vídeos no seu blog mas também no post. No blog a coisa acaba ficando um pouco mais misturada com os seus outros posts diversos, então postar  no tópico do forum fica bem organizadinho e temático.

Valeu pela sua iniciativa! 

abraços


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Postado Por: tiagolazzarin
Data de Publicação: 01/06/10 as 05:38
Olá

Eu sinceramente não havia ouvido falar do Spivack. É uma grande novidade. Pois considero o Colaiuta tecnicamente o mais desenvolvido de todos os bateristas que já ouvi (embora não seja seu fã n°1). Também não sou nenhum adepto/seguidor/especialista de Moeller.

Mas eu tive acesso a um tipo de visão, que é a do Kiko Freitas, e por sinal ela não é amplamente compartilhada. No Civebra, em janeiro de 2006, ele afirmou que Moeller não era uma técnica, era um movimento. Sinceramente nao sei qual a diferença entre movimento e técnica. Talvez ele tenha pretendido dizer que técnica era um método, um sistema de movimentos, etc. Por isso moeller não era técnica, era só um dos movimentos feito com os punhos, que favorecia o up stroke e colaborava com a eficiência e velocidade dos rudimentos, tais como o paradiddle. Isso também gerava uma gama maior de sonoridade do baqueteamento.

Eu me lembro também dele ter comparado os movimentos do Colaiuta com o de Weckl. Ele disse que o Colaiuta tinha alguma desvantagem, ao menos com a pegada tradicional se refereindo a mão esquerda, pois ele não possuía um tal movimento que o Weckl usando movimento circular possuía.

No fundo no fundo, eu não considero esta discussão que eu mesmo propus algo relevante para o quê eu faço ou estudo (ou seja, só estou falando de mim, tenho outra onda). Mas quero deixar este pequeno problema porque foi algo que presenciei e talvez sirva para uma discussão sobre este assunto nas demonstrações. E para mim é uma curiosidade.


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 03/06/10 as 22:54
Boas considerações Tiago. Creio que qualquer consideração sobre técnica é pertinente para entrar em discussão, né?

Sanford Moeller (1886-1960) foi um professor de bateria dedicado a caixa clara, sua especialidade era ensinar os rudimentos e toques militares. Ele baseou o seu método nas técnicas antigas dos bateristas militares que participaram da guerra civil norte-americana. Estes desenvolveram uma técnica em que usavam 3 ou 4 toques com um movimento do braço/pulso que se assemelha ao de uma chicotada. Esse movimento ficou difundido como o método ou técnica Moeller, por isso o Kiko se referiu a isto como movimento. Movimento, técnica, tanto faz, creio eu. Moeller também defendia que o baterista deveria tocar em PÉ! Isso mesmo. Ele não tinha nada contra os bateristas de jazz bands de sua época que modificaram o seu método para tocarem sentados, mas não se cansava em dizer que isto não era o ideal. Mesmo que diferentes bateras que nunca estudaram com o Moeller, ou até com algum aluno de um aluno do Moeller usem a técnica ou algo parecido com ela, cada um acaba adaptando ela a sua maneira como o Weckl, o criativo Jojo Mayer, Keith Carlock ou o próprio Kiko Freitas que usa o Moeller como ímpeto para tocar as semi-colcheias rápidas do samba no contra-tempo e prato de condução.

A técnica Moeller NÃO é a mesma coisa que um toque de subida ou up stroke. Um toque de subida é um toque efetuado de uma posição baixa das mãos para uma alta e o Moeller é uma sequência de 3 toques executada com um só movimento: pulso (ou dedo), toque de subida e toque de descida.

Se o Kiko disse aquilo mesmo sobre o Weckl, eu também tenho a minha opinião. Eu acho que o Vinnie faz tudo o que o Weckl faz técnicamente, só que com metade do esforço. Só que como música não é uma competição, prefiro continuar estudando e ouvindo os dois!


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Postado Por: AHM
Data de Publicação: 03/06/10 as 23:23
Chris, procurando por material acabei encontrando isto aqui:


procedem as informações?


Postado Por: tiagolazzarin
Data de Publicação: 04/06/10 as 00:06
Olá Chris

Gostei de suas considerações, eu também concordo que música não é uma competição, tanto que eu prefiro ouvir música a bateristas. Eu fiz esta colocação do Kiko Freitas que é autodidata , como ele mesmo gosta de dizer, e aquilo que ele sabe sobre técnica ele pesquisou sozinho. Por isso eu acredito que seja uma opinião muito própria dele e não amplamente compartilhada com outros pesquisadores. O que ele disse realmente foi que moeller não era um conjunto de movimentos, mas apenas um dos movimentos de uma sequência que envolvia o pulso e os dedos. Outra coisa importante é que ele não gostava de que se confundisse, por exemplo, movimentos com tipos de toque. O Moeller é um movimento, assim como há os movimentos com os dedos e com o pulso, enquanto o up stroke é um tipo de toque, ao lado do tap e o acento com rebote e o acento sem rebote. Isto, volto a dizer, na visão dele. Das explicações que eu ouvi sobre Moeller, a que eu achei melhor embasada é a do Jojo Mayer. Também considero, assim como você, que movimento e técnica sejam sinônimos e penso que você está certo ao dizer que Moeller é um método.

abç


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 04/06/10 as 02:27
Valeu Tiago. De acordo. O Jojo Mayer é um dos caras mais impressionantes por aí, o movimento que ele faz para tocar a caixa no drum'n'bass é MUITO impressionante, sou fã dele. Parce que foi o Jim Chapin que ensinou pra ele o movimento Moeller e o Jim é uma sumidade no assunto!

AHM, esse vídeo é MUITO confuso!! Concordo com as coisas que o cara fala em tese, mas ele não fala bem ingles e inventou umas palávras bizarras no vídeo! É realmente engraçado.


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Postado Por: Raniery
Data de Publicação: 04/06/10 as 03:30
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Valeu Tiago. De acordo. O Jojo Mayer é um dos caras mais impressionantes por aí, o movimento que ele faz para tocar a caixa no drum'n'bass é MUITO impressionante, sou fã dele. Parce que foi o Jim Chapin que ensinou pra ele o movimento Moeller e o Jim é uma sumidade no assunto!
 

Yep, então somos 2 !! Jojo Mayer é demais! Fora o fato de que é muito legal que quando muitos bateristas fechavam a cara para os sons e batidas eletrônicas, o Jojo estava fazendo o "reverse engineering" como ele diz, e pegando dessa maneira impressionante os grooves de jungle e drum´n´bass. Jogou uma luz nova onde pouca gente se aventurava!

Bacana!

Raniery




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Postado Por: William_Kambau
Data de Publicação: 04/06/10 as 03:54
Diria q alem de fazer "engenharia reversa" ele ta criando coisas novas, algo q a maquina não faz e q poucos bateristas pensariam em fazer...o cara é fantaarrsdigo!


Postado Por: danncruz
Data de Publicação: 04/06/10 as 19:02
Tô de queixo caído com teu currículo e com tudo isso sobre técnica que você disse... Realmente, revolucionou meu conceito de baterista técnico. Continue contribuindo muito pro fórum!!! E venha pra SP assim que puder... Aguardamos!

Abraço!

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Paiste 2002 Splash 10"

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Bateria RMV Exclusive Maple


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 06/06/10 as 01:27
Quem puder me ajudar a organizar algum seminário ou workshop em Sao Paulo (ou outra cidade) que me avise, serei muito grato. Estou justamente querendo difundir um pouco mais o método Spivack.  Há 25 anos que passo este método com enorme sucesso pros meus alunos. Até o presente, só em aulas particulares, mas seria interessante difundir isto um pouco mais.

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Postado Por: denismiranda
Data de Publicação: 06/06/10 as 02:29
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Quem puder me ajudar a organizar algum seminário ou workshop em Sao Paulo (ou outra cidade) que me avise, serei muito grato. Estou justamente querendo difundir um pouco mais o método Spivack.  Há 25 anos que passo este método com enorme sucesso pros meus alunos. Até o presente, só em aulas particulares, mas seria interessante difundir isto um pouco mais.


Cara, fala com a galera da Bosphorus, porque eles tem contato com uma pá de escola com auditório!


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DENIS MIRANDA
CANSADO


Postado Por: tjcpack
Data de Publicação: 06/06/10 as 02:37
Esse merece uma Briografia ou ao menos uma entrevista pelo amor de Deus administradores!!!!
rsrsrs
brincadeira 

ABC Thiago Jardim


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Postado Por: Raniery
Data de Publicação: 06/06/10 as 03:38

Chris, você poderia explicar um pouco como seria o processo de ensino dessa técnica, em termos das aulas em si ?

Penso mais no caso do estudante que está nas fases iniciais de aprendizado no instrumento. Em geral, a gente pode dizer que ele tem de começar do básico mesmo, grip e técnica de caixa, por exemplo, pra não aprender errado e levar esse conhecimento para todo o resto.

Mas acho que esse aluno iniciante vai querer ver (e ficará motivado com) muitas coisas em paralelo, como ritmos, independência, e por aí vai. 

Então fico pensando como entra o ensino dessa técnica e se isso obriga o cara a ficar (por exemplo) vendo técnica de caixa e movimentos por um bom tempo. Dependendo da situação, isso pode desmotivar ? Como você lida com isso ?

abração 




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Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 06/06/10 as 05:21
Raniery, como professor de técnica tenho uma obrigação com meu aluno de assumir uma postura em que não faço concessões. Foi ELE/ELA que me procurou e não o contrário. Creio que qualquer um pode criar um método de bateria baseado em ritmos, levadas, estilos e coordenação, digo isso sinceramente sem desmerecer ninguém que faça isso, mas também sei reconhecer o meu diferencial.

Em dois ou três anos viabilizo para o meu aluno todas as ferramentas necessárias para ele executar tudo o que ele quiser na bateria, desde que ele se dedique ao meu método e que ele simultaneamente vá desenvolvendo suas ideias na batera. Isso ele irá fazer ouvindo MUITA música, transcrevendo ideias e talvez tendo algumas aulas com especialistas no estilo que ele esteja optando. Adotando essa postura ele irá com certeza progredir muito mais rápido e de maneira muito mais eficiente do que se ele fizesse o contrário como tantos fazem. Ou seja, levando ANOS a fio tocando N levadas e ritmos para depois resolver a parte técnica no instrumento.

Um dia na sala de espera do Murray ouvi o mesmo tipo de exercício que eu estava fazendo com ele com aquele som característico das baquetas batendo na borracha e o metrônomo fazendo aquele clic-clic-clic. Qual não foi o meu espanto ao ver a porta abrir e ser cumprimentado pelo Vinnie Colaiuta que era o aluno se despedindo do Murray!! Quando entrei perguntei pro meu professor, "Você tem alguma noção de quem é esse teu aluno que acaba de sair da sala?" Spivack me respondeu, "Eu ouvi falar que ele é um batera quente aqui em Los Angeles, mas ele me procurou com dores nos pulsos e no polegar direito, ta apertando as baquetas com um esforço descomunal e eu preciso que ele recomece da estaca zero para ver se ele adquire hábitos que o impeçam de terminar a sua carreira de forma prematura!"

Acredito que essa postura de não abrir exceções ou criar concessões era uma das razões do sucesso que Murray tinha com seus alunos independentemente do estilo que adotassem. Que outro professor se tem conhecimento que teve o mesmo grau de sucesso ensinando bateristas de orquestra sinfónica, jazz, rock, funk, militar, fusion, latino, big band ou metal?


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Postado Por: danncruz
Data de Publicação: 06/06/10 as 06:12
ClapClapClap
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Raniery, como professor de técnica tenho uma obrigação com meu aluno de assumir uma postura em que não faço concessões. Foi ELE/ELA que me procurou e não o contrário. Creio que qualquer um pode criar um método de bateria baseado em ritmos, levadas, estilos e coordenação, digo isso sinceramente sem desmerecer ninguém que faça isso, mas também sei reconhecer o meu diferencial.

Em dois ou três anos viabilizo para o meu aluno todas as ferramentas necessárias para ele executar tudo o que ele quiser na bateria, desde que ele se dedique ao meu método e que ele simultaneamente vá desenvolvendo suas ideias na batera. Isso ele irá fazer ouvindo MUITA música, transcrevendo ideias e talvez tendo algumas aulas com especialistas no estilo que ele esteja optando. Adotando essa postura ele irá com certeza progredir muito mais rápido e de maneira muito mais eficiente do que se ele fizesse o contrário como tantos fazem. Ou seja, levando ANOS a fio tocando N levadas e ritmos para depois resolver a parte técnica no instrumento.

Um dia na sala de espera do Murray ouvi o mesmo tipo de exercício que eu estava fazendo com ele com aquele som característico das baquetas batendo na borracha e o metrônomo fazendo aquele clic-clic-clic. Qual não foi o meu espanto ao ver a porta abrir e ser cumprimentado pelo Vinnie Colaiuta que era o aluno se despedindo do Murray!! Quando entrei perguntei pro meu professor, "Você tem alguma noção de quem é esse teu aluno que acaba de sair da sala?" Spivack me respondeu, "Eu ouvi falar que ele é um batera quente aqui em Los Angeles, mas ele me procurou com dores nos pulsos e no polegar direito, ta apertando as baquetas com um esforço descomunal e eu preciso que ele recomece da estaca zero para ver se ele adquire hábitos que o impeçam de terminar a sua carreira de forma prematura!"

Acredito que essa postura de não abrir exceções ou criar concessões era uma das razões do sucesso que Murray tinha com seus alunos independentemente do estilo que adotassem. Que outro professor se tem conhecimento que teve o mesmo grau de sucesso ensinando bateristas de orquestra sinfónica, jazz, rock, funk, militar, fusion, latino, big band ou metal?

ClapClapClap

QUANDO COMEÇAMOS?


Falando sério, acho que não mereço ter aulas contigo não :O Tenho 14 anos e nem sei se tenho coragem enfrentar a vida dura de músico brasileiro (no melhor sentido que dura pode ter!)... Acho que muitos aqui aproveitariam melhor o absurdo que você pode ensinar. E se dedicariam bem mais. Mas se quiser dar uma passadinha aqui em sampa tá bem vindo, viu...


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Postado Por: Bolacha
Data de Publicação: 06/06/10 as 06:17
Realmente foda!!! Música não será a minha carreira, mas faço questão de um dia dominar totalmente o instrumento que eu amo. 


Postado Por: danncruz
Data de Publicação: 06/06/10 as 06:19
Originalmente postado por Bolacha Bolacha escreveu:

Realmente foda!!! Música não será a minha carreira, mas faço questão de um dia dominar totalmente o instrumento que eu amo. 


[2] exceto pela parte de dominar totalmente o instrumento, o que considero impossível...




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Postado Por: Bolacha
Data de Publicação: 06/06/10 as 06:21
Sim, fui exagerado nesse sentido hehehe


Postado Por: chrisoyens
Data de Publicação: 06/06/10 as 18:13
Buddy Rich, Louie Bellson e Billy Cobham nos deram um exemplo do que significa dominar o instrumento plenamente. Porém, concordo que este caminho é para sempre. Felizmente sempre temos algo para melhorar, para aprimorar e aprender no instrumento. Nem todos os alunos do Spivack eram profissionais e não acho que deva ser diferente comigo, mas no meu estúdio o profissional e o amador terão o mesmo grau de atenção e consideração durante as aulas. Para mim não faz diferença, todos tem o direito de aprender a tocar bem!

Alguém por favor traduz pra mim o que é Bosphorous?!!


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Postado Por: danncruz
Data de Publicação: 06/06/10 as 19:18
Originalmente postado por chrisoyens chrisoyens escreveu:

Buddy Rich, Louie Bellson e Billy Cobham nos deram um exemplo do que significa dominar o instrumento plenamente. Porém, concordo que este caminho é para sempre. Felizmente sempre temos algo para melhorar, para aprimorar e aprender no instrumento. Nem todos os alunos do Spivack eram profissionais e não acho que deva ser diferente comigo, mas no meu estúdio o profissional e o amador terão o mesmo grau de atenção e consideração durante as aulas. Para mim não faz diferença, todos tem o direito de aprender a tocar bem!

Alguém por favor traduz pra mim o que é Bosphorous?!!


Se for o que estou pensando, Bosphorus é uma marca de pratos turcos. Pelo que já ouvi falar, eles dizem que "máquinas não tem ouvidos", por isso os pratos são feitos à mão e ouvidos por profissionais antes de chegar ao consumidor. Tá aqui o site:
http://www.bosphoruscymbals.com/ - http://www.bosphoruscymbals.com/

O pessoal aqui talvez possa explicar melhor, abraços!

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Postado Por: William_Kambau
Data de Publicação: 06/06/10 as 20:37
acrecentando (se essa era a duvida)...
http://www.bosphorus.com.br/Bosphorus_Brasil/Home.html - http://www.bosphorus.com.br/Bosphorus_Brasil/Home.html
http://www.batera.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=54870 - http://www.batera.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=54870

mais uma coisa....

Na minha opinião, pensar em "tecnica de caixa" é algo q limita muito as coisas... assim como pensar q estudar bateria é aprender um monte de grooves, levadas... adquirindo "vícios" dificeis de se corrigir no futuro....

diria q nem existe isso de "tecnica de caixa" (só se estivermos falando de percussão marcial)...

muitos iniciantes se frustam nas suas primeiras aulas de bateria por se depararem com exercicios q se limitam a um pad ou um tambor e por essa rotina se extender por muito tempo... a frase "não quero aprender como tocar a caixa, quero aprender a tocar bateria!" é muito comum, mas é prematuramente equivocada....

O q julgo como fundamental e primordial é a tecnica de controle de baqueta para todas as situações q exijam tal dominio (pelo menos)...é tocar com eficiencia, não só com eficacia... e isso demora um certo tempo para se aperfeiçoar.... acho q é isso q o spivak e o chris focam... e o legal é q paralelo a isso vc pode estudar o q quiser...



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