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Como acabar com vícios e costumes ?

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t1000 Ver Drop Down
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    Postado: 18/02/15 as 19:34
Salve bateras !
Como podemos acabar com vícios baterísticos ?
Viradas , levadas e grooves que insitimos em repetir . Não sei se isso ocorre com todos mas as vezes passo horas estudando e na hora de aplicar acabo repetindo as mesmas coisas como se já estivessem programadas . Acredito que a mente esforca-se mas é vencida pelo "costume" de realizar aquilo que "dá certo" .
Como todos que amam a Arte da bateria , devemos arriscar (no momento propício) o improviso e novidades . Será que apenas o Estudo e influências ajudam nessa performance ?
Abraços e bom som a todos !!!
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Matheus Santana Ver Drop Down
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Acho que isso vai do estudo.

O corpo é feito pra reproduzir oque nos é familiar. O Douglas las Casas sempre diz um pensamento que é o seguinte: "De tanto se estudar técnica ela deixa de ser técnica".

Oque ele quer dizer que de tanto escutar e treinar algo novo, ela deixa de ser novo e incorpora o nosso estilo e pegada, aumentando assim o nosso vocabulário musical.

Geralmente repetimos algumas coisas, porque nos é familiar e cômodo. Por isso devemos sempre estar estudando muito novos materiais.
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t1000 Ver Drop Down
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Originalmente postado por Matheus Santana Matheus Santana escreveu:

Acho que isso vai do estudo.

O corpo é feito pra reproduzir oque nos é familiar. O Douglas las Casas sempre diz um pensamento que é o seguinte: "De tanto se estudar técnica ela deixa de ser técnica".

Oque ele quer dizer que de tanto escutar e treinar algo novo, ela deixa de ser novo e incorpora o nosso estilo e pegada, aumentando assim o nosso vocabulário musical.

Geralmente repetimos algumas coisas, porque nos é familiar e cômodo. Por isso devemos sempre estar estudando muito novos materiais.

Geralmente repetimos algumas coisas, porque nos é familiar e cômodo

Exatamente meu nobre !
O objetivo do tópico é filtramos essas "tendências" e buscarmos fazer o novo !
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William_Kambau Ver Drop Down
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acho q nao focando em estilos para aprender a tecnica, aperfeicoando a leitura e escrita musical e estudando, ampliando ou recombinando variacoes e conbinacoes de padroes... 
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RDrummer Ver Drop Down
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Isso acontece muito comigo!

O grande lance é se antecipar, ensaiando no ensaio aquilo que você quer executar de ''novo'' para a música que está tocando.
Sou Nordestino com orgulho! São Luís - MA.
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t1000 Ver Drop Down
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Originalmente postado por RDrummer RDrummer escreveu:

Isso acontece muito comigo!

O grande lance é se antecipar, ensaiando no ensaio aquilo que você quer executar de ''novo'' para a música que está tocando.


Grande Rdrumer !
Fico impressionado com alguns bateristas que "fazem" coisas inacreditáveis . Será
que eles 'planejam" isso ou simplesmente executam ?
Ouvi uma entrevista uma vez de um grande batera (se não me engano foi Dave Weckl ) no qual ele relatava que gravava várias vezes as frases que executava e na hora da execução orquestrava de forma diferente . A idéia era a mesma mas o foco era
soar diferente . Tem que ter muita bala na agulha pra fazer isso esporadicamente !
Valew pela opinião !
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viniciusnunez Ver Drop Down
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O músico precisa encarar a música como uma linguagem. A gente não vai falando por aí frases prontas e tal. Alguém disse isso uma vez...
Vinicius Núñez. Prof. de Bateria na Z/L de São Paulo e pelo Skype (viniciusnunez).
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diogomuniche Ver Drop Down
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Tudo depende muito do que você está tocando. Eu gosto de fazer o que a música pede, fazer algo que faça sentido dentro daquela melodia, mesmo que seja uma simples virada em single stroke. Aquilo que você escuta acaba moldando você então é preciso ouvir diversos ritmos e bandas. 

Minha filosofia é que menos é mais. 
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t1000 Ver Drop Down
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Falaê Vinicius !!
O que vem a ser uma "frase pronta" ?
Acho que isso é muito particular , não acha ?
Abraços !!!

O Grande
Originalmente postado por viniciusnunez viniciusnunez escreveu:

O músico precisa encarar a música como uma linguagem. A gente não vai falando por aí frases prontas e tal. Alguém disse isso uma vez...
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viniciusnunez Ver Drop Down
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Também acho, essa frase não é minha, alguém disse por aí...

Por exemplo, eu gosto muito do Bill Stewart, e ele é cheio de frases prontas, o detalhe é que ele sabe quando é a hora certa de aplica-las.

Abraços.
Vinicius Núñez. Prof. de Bateria na Z/L de São Paulo e pelo Skype (viniciusnunez).
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Alan Mello Ver Drop Down
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Originalmente postado por viniciusnunez viniciusnunez escreveu:

Também acho, essa frase não é minha, alguém disse por aí...

Por exemplo, eu gosto muito do Bill Stewart, e ele é cheio de frases prontas, o detalhe é que ele sabe quando é a hora certa de aplica-las.

Abraços.
Pelo que eu entendi, a pessoa que disse essa frase, quis fazer uma analogia se referindo a música como um idioma. Por exemplo, quando falamos um idioma que não dominamos, costumamos pensar o que queremos falar em português para depois traduzir para o idioma.
 
Nessa analogia, entendo que o idioma seria a linguagem musical que estamos buscando o domínio; já a necessidade de pensarmos em português para depois traduzirmos seria análoga a necessidade de termos frases prontas.
 
Logo, o que difere o cara que tem bom domínio da linguagem musical, é que ele não precisa "pensar antes de falar", ou seja, ele se comunica através da bateria como se estivesse falando sua língua nativa, sem a necessidade do tempo de "pensar e traduzir".
 
Esse é meu entendimento.
Abraços!
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viniciusnunez Ver Drop Down
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Originalmente postado por Alan Mello Alan Mello escreveu:

Originalmente postado por viniciusnunez viniciusnunez escreveu:

Também acho, essa frase não é minha, alguém disse por aí...

Por exemplo, eu gosto muito do Bill Stewart, e ele é cheio de frases prontas, o detalhe é que ele sabe quando é a hora certa de aplica-las.

Abraços.
Pelo que eu entendi, a pessoa que disse essa frase, quis fazer uma analogia se referindo a música como um idioma. Por exemplo, quando falamos um idioma que não dominamos, costumamos pensar o que queremos falar em português para depois traduzir para o idioma.
 
Nessa analogia, entendo que o idioma seria a linguagem musical que estamos buscando o domínio; já a necessidade de pensarmos em português para depois traduzirmos seria análoga a necessidade de termos frases prontas.
 
Logo, o que difere o cara que tem bom domínio da linguagem musical, é que ele não precisa "pensar antes de falar", ou seja, ele se comunica através da bateria como se estivesse falando sua língua nativa, sem a necessidade do tempo de "pensar e traduzir".
 
Esse é meu entendimento.
Abraços!

Mano, quebrou tudo com essa resposta.

É isso aí.

Abraços.
Vinicius Núñez. Prof. de Bateria na Z/L de São Paulo e pelo Skype (viniciusnunez).
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Originalmente postado por Alan Mello Alan Mello escreveu:

Originalmente postado por viniciusnunez viniciusnunez escreveu:

Também acho, essa frase não é minha, alguém disse por aí...


Por exemplo, eu gosto muito do Bill Stewart, e ele é cheio de frases prontas, o detalhe é que ele sabe quando é a hora certa de aplica-las.
<SPAN style="LINE-HEIGHT: 1.4">
</SPAN>

<SPAN style="LINE-HEIGHT: 1.4">Abraços.</SPAN>




Pelo que eu entendi, a pessoa que disse essa frase, quis fazer uma analogia se referindo a música como um idioma. Por exemplo, quando falamos um idioma que não dominamos, costumamos pensar o que queremos falar em português para depois traduzir para o idioma.
 

Nessa analogia, entendo que o idioma seria a linguagem musical que estamos buscando o domínio; já a necessidade de pensarmos em português para depois traduzirmos seria análoga a necessidade de termos frases prontas.

 

Logo, o que difere o cara que tem bom domínio da linguagem musical, é que ele não precisa "pensar antes de falar", ou seja, ele se comunica através da bateria como se estivesse falando sua língua nativa, sem a necessidade do tempo de "pensar e traduzir".

 

Esse é meu entendimento.

Abraços!




Alan tu detonou com essa explicacao !!! Muito top !!
Deixa eu por mais lenha nessa fogueira . kkkkkkkkkkkk
VC acredita que bateristas como Aaron Spears , Dennis Chambers , Eric Moore , Viniiie Colaiuta , Tony Roster JR , Dave Weckl , e tantos outros que sao excelentes no que fazem , possuem "dominio" da linguagem ou eles repetem as frases de tanto toca-las ? Se voce estuda-los eles repetem bastante as frases varias vezes nos shows e workshops . Tem eles um "estoque" e "bagagem" consideravelmene extensa ou apenas sabem aplicar a frase na hora certa , como citou nosso amigo aqui do forum ?
Pq , entendo que ao aplicar a frase no momento correto , tudo soa bem !!
Abracos !
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luanfg Ver Drop Down
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Cara, eu diria que tudo que eles fazem já foi estudado. Pode até ocorrer uma combinação de frases que nunca tenha sido executada, mas certamente já estudaram individualmente cada pedaço delas.

Não existe mágica, para ser bom, tem que estudar. É só pegar qualquer entrevista e ver que a vida desses caras é bateria 24 horas por dia. O Weckel mesmo falou que é solteiro porque nenhuma mulher aguenta a vida que ele leva hahaha.
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Ezekiel Ver Drop Down
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Originalmente postado por luanfg luanfg escreveu:

Cara, eu diria que tudo que eles fazem já foi estudado. Pode até ocorrer uma combinação de frases que nunca tenha sido executada, mas certamente já estudaram individualmente cada pedaço delas.

Não existe mágica, para ser bom, tem que estudar. É só pegar qualquer entrevista e ver que a vida desses caras é bateria 24 horas por dia. O Weckl mesmo falou que é solteiro porque nenhuma mulher aguenta a vida que ele leva hahaha.

Se esse é o preço q se paga pela fama tô começando a pensar na hipótese de ficar no anonimato msm LOL LOL LOL LOL LOL LOL LOL LOL
Engraçado q ele disse no work aqui no Rio sobre isso tbm, mas foi sobre reprogramar o tempo quando se é casado e tem filhos (no caso dele uma filha). Deu a entender q ele não tá solteiro não, não deve ser a msm mulher mas o q deu a entender foi isso (no perfil pessoal do face dele tem uma parada de relacionamento sério com uma mulher lá q não é a mãe da filha dele com ctz LOL LOL LOL LOL).

Mas falando sobre a linguagem musical, gostei bastante tbm dessa comparação com os idiomas do amigo aí de cima. Acredito q a gente deve ter sim algumas frases "prontas", mas nada mt extenso. Penso q frases curtas são o ideal pq assim vc não fica pensando em frases, mas na melodia da música, e passa a trabalhar a bateria em cima da melodia. Pensando assim as frases vem naturalmente no momento certo soando bem aos ouvidos, não fica mecânico como alguns bateras (não vou citar ritmos pq isso vai dar uma treta grande LOL LOL LOL LOL). Até msm o próprio Weckl disse isso no work, quando perguntaram a ele em quais rudimentos ele pensava na hora do solo (eu achei uma perguntinha bem besta, mas enfim LOL LOL), a resposta dele basicamente foi "eu não penso em rudimentos, eu penso na melodia da música. Quando eu faço um solo penso na melodia dos metais por exemplo, os rudimentos vêm naturalmente", e logo depois solfejou algumas melodias e fez algumas frases na hora em cima delas. Resumindo, no caso dele é óbvio q ele tem "frases" prontas (eu chamaria de lick's), mas o q faz os lick's dele soarem tão bem é o fato dele não pensar nos lick's, e sim na melodia. Acaba q os lick's viram uma espécie de ponte ou ligação entre uma ideia e outra.


Editado por Ezekiel - 17/04/15 as 16:26
Instagram: @ezequielalves12 segue lá ;)

https://www.youtube.com/user/Ezekielbatera
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Alan Mello Ver Drop Down
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Originalmente postado por t1000 t1000 escreveu:

Alan tu detonou com essa explicacao !!! Muito top !!
Deixa eu por mais lenha nessa fogueira . kkkkkkkkkkkk
VC acredita que bateristas como Aaron Spears , Dennis Chambers , Eric Moore , Viniiie Colaiuta , Tony Roster JR , Dave Weckl , e tantos outros que sao excelentes no que fazem , possuem "dominio" da linguagem ou eles repetem as frases de tanto toca-las ? Se voce estuda-los eles repetem bastante as frases varias vezes nos shows e workshops . Tem eles um "estoque" e "bagagem" consideravelmene extensa ou apenas sabem aplicar a frase na hora certa , como citou nosso amigo aqui do forum ?
Pq , entendo que ao aplicar a frase no momento correto , tudo soa bem !!
Abracos !
Fala t1000! Eu acredito com bastante convicção que TODOS esses caras que vc citou, não tocam frases prontas. Isso fica bem claro pra mim quando vejo que eles quase nunca tocam a mesma música exatamente igual, eles podem até fazer um padrão parecido de orquestração nas peças da bateria e/ou subdivisão, mas, de uma maneira geral, esses caras não costumam tocar as músicas sempre iguais (talvez, com exceção do Dennis Chambers em alguns projetos). Ao contrário disso, eu posso citar o exemplo do Neil Peart, que sempre toca (genialmente) as músicas iguais ou extremamente parecidas com o que foi gravado.
 
Na minha opinião, ao improvisar, esses caras não pensam numa frase como um todo (tipo: "Agora vou tocar a frase X, que dura 2 tempos e aí vai casar certinho com a entrada do refrão da música"). Pra mim, eles pensam numa subdivisão e dentro de cada figura dessa subdivisão eles aplicam toques simples, duplos, triplos e pausas (que muitas vezes são esquecidas), e que, coincidentemente, formam rudimentos. Ou seja, eles não pensam num rudimento ou frase específica, mas sim nesses tipos de toques que acabam formando rudimentos que, na hora da música, pouco importam quais são e, com uma orquestração na bateria em cima disso, soa de maneira bem melódica. Isso os faz parecerem mais musicais que os outros, como disse, com uma maneira mais melódica de tocar.
 
Acredito que desenvolvemos isso aplicando "aleatoriamente", combinações dos tipos de toques (os quais falei anteriormente), usando também o bumbo, obviamente. Num primeiro momento, pode não soar tão musical, até porque devemos começar com uma velocidade menor para ser mais confortável, mas, aos poucos, vamos desenvolvendo um senso de musicalidade, até que a nossa linguagem musical vai passando aos poucos (como o estudo de um idioma) do nível de iniciante ao intermediário, avançado, fluente e até nativo (como é o caso desses caras que você citou).
 
A escrita também é muito importante nesse processo, um exercício legal seria você escrever, em algum programa tipo o Guitar Pro, frases aleatórias variando (ou não) a orquestração e a subdivisão, não pense antes em como vai soar frase como um todo, e só dê o play para escutar como ficou depois de terminar de escrever o(s) compasso(s) inteiros. Aos poucos, as frases vão ficando mais musicais, como eu disse anteriormente, e não esqueça das pausas (que, pra mim, são extremamente musicais!).
 
O texto ficou grande, mas o assunto é um tanto quanto complexo rsrsrs..
 
Abraço!


Editado por Alan Mello - 17/04/15 as 23:17
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viniciusnunez Ver Drop Down
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Olha só, quanta coisa interessante rolando aqui. É isso aí!!!
Vinicius Núñez. Prof. de Bateria na Z/L de São Paulo e pelo Skype (viniciusnunez).
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Originalmente postado por Ezekiel Ezekiel escreveu:

Originalmente postado por luanfg luanfg escreveu:

Cara, eu diria que tudo que eles fazem já foi estudado. Pode até ocorrer uma combinação de frases que nunca tenha sido executada, mas certamente já estudaram individualmente cada pedaço delas.

Não existe mágica, para ser bom, tem que estudar. É só pegar qualquer entrevista e ver que a vida desses caras é bateria 24 horas por dia. O Weckl mesmo falou que é solteiro porque nenhuma mulher aguenta a vida que ele leva hahaha.


Se esse é o preço q se paga pela fama tô começando a pensar na hipótese de ficar no anonimato msm<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL
Engraçado q ele disse no work aqui no Rio sobre isso tbm, mas foi sobre reprogramar o tempo quando se é casado e tem filhos (no caso dele uma filha). Deu a entender q ele não tá solteiro não, não deve ser a msm mulher mas o q deu a entender foi isso (no perfil pessoal do face dele tem uma parada de relacionamento sério com uma mulher lá q não é a mãe da filha dele com ctz<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL).

Mas falando sobre a linguagem musical, gostei bastante tbm dessa comparação com os idiomas do amigo aí de cima. Acredito q a gente deve ter sim algumas frases "prontas", mas nada mt extenso. Penso q frases curtas são o ideal pq assim vc não fica pensando em frases, mas na melodia da música, e passa a trabalhar a bateria em cima da melodia. Pensando assim as frases vem naturalmente no momento certo soando bem aos ouvidos, não fica mecânico como alguns bateras (não vou citar ritmos pq isso vai dar uma treta grande<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL). Até msm o próprio Weckl disse isso no work, quando perguntaram a ele em quais rudimentos ele pensava na hora do solo (eu achei uma perguntinha bem besta, mas enfim<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL<span style="line-height: 16.7999992370605px;"> </span>LOL), a resposta dele basicamente foi "eu não penso em rudimentos, eu penso na melodia da música. Quando eu faço um solo penso na melodia dos metais por exemplo, os rudimentos vêm naturalmente", e logo depois solfejou algumas melodias e fez algumas frases na hora em cima delas. Resumindo, no caso dele é óbvio q ele tem "frases" prontas (eu chamaria de lick's), mas o q faz os lick's dele soarem tão bem é o fato dele não pensar nos lick's, e sim na melodia. Acaba q os lick's viram uma espécie de ponte ou ligação entre uma ideia e outra.



Fala Ezekiel drummer !!!!!!!!
Muito legal esse lance de pensar nas melodias ao inves da musica .
Vc sabe como e possivel fazer isso ?
Valew cumpadi !!!!
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Originalmente postado por Alan Mello Alan Mello escreveu:

Originalmente postado por t1000 t1000 escreveu:

Alan tu detonou com essa explicacao !!! Muito top !!
Deixa eu por mais lenha nessa fogueira . kkkkkkkkkkkk
VC acredita que bateristas como Aaron Spears , Dennis Chambers , Eric Moore , Viniiie Colaiuta , Tony Roster JR , Dave Weckl , e tantos outros que sao excelentes no que fazem , possuem "dominio" da linguagem ou eles repetem as frases de tanto toca-las ? Se voce estuda-los eles repetem bastante as frases varias vezes nos shows e workshops . Tem eles um "estoque" e "bagagem" consideravelmene extensa ou apenas sabem aplicar a frase na hora certa , como citou nosso amigo aqui do forum ?
Pq , entendo que ao aplicar a frase no momento correto , tudo soa bem !!
Abracos !


Fala t1000! Eu acredito com bastante convicção que TODOS esses caras que vc citou, não tocam frases prontas. Isso fica bem claro pra mim quando vejo que eles quase nunca tocam a mesma música exatamente igual, eles podem até fazer um padrão parecido de orquestração nas peças da bateria e/ou subdivisão, mas, de uma maneira geral, esses caras não costumam tocar as músicas sempre iguais (talvez, com exceção do Dennis Chambers em alguns projetos). Ao contrário disso, eu posso citar o exemplo do Neil Peart, que sempre toca (genialmente) as músicas iguais ou extremamente parecidas com o que foi gravado.
 

Na minha opinião, ao improvisar, esses caras não pensam numa frase como um todo (tipo: "Agora vou tocar a frase X, que dura 2 tempos e aí vai casar certinho com a entrada do refrão da música"). Pra mim, eles pensam numa subdivisão e dentro de cada figura dessa subdivisão eles aplicam toques simples, duplos, triplos e pausas (que muitas vezes são esquecidas), e que, coincidentemente, formam rudimentos. Ou seja, eles não pensam num rudimento ou frase específica, mas sim nesses tipos de toques que acabam formando rudimentos que, na hora da música, pouco importam quais são e, com uma orquestração na bateria em cima disso, soa de maneira bem melódica. Isso os faz parecerem mais musicais que os outros, como disse, com uma maneira mais melódica de tocar.

 

Acredito que desenvolvemos isso aplicando "aleatoriamente", combinações dos tipos de toques (os quais falei anteriormente), usando também o bumbo, obviamente. Num primeiro momento, pode não soar tão musical, até porque devemos começar com uma velocidade menor para ser mais confortável, mas, aos poucos, vamos desenvolvendo um senso de musicalidade, até que a nossa linguagem musical vai passando aos poucos (como o estudo de um idioma) do nível de iniciante ao intermediário, avançado, fluente e até nativo (como é o caso desses caras que você citou).

 

A escrita também é muito importante nesse processo, um exercício legal seria você escrever, em algum programa tipo o Guitar Pro, frases aleatórias variando (ou não) a orquestração e a subdivisão, não pense antes em como vai soar frase como um todo, e só dê o play para escutar como ficou depois de terminar de escrever o(s) compasso(s) inteiros. Aos poucos, as frases vão ficando mais musicais, como eu disse anteriormente, e não esqueça das pausas (que, pra mim, são extremamente musicais!).

 

O texto ficou grande, mas o assunto é um tanto quanto complexo rsrsrs..

 

Abraço!


Fala Alan !!!!!
Esse "senso de musicalidade" que e a chave da parada , do Castelo de Grayskull ! kkkk
Acho que esses caras passam boa parte dos estudos gravando regravando e ouvindo o que fazem . Assim acredito ser possivel chegar ao nivel de musicalidade que voce citou ( E isso mesmo que voce quis dizer ?)
Pow Agora tao dificil quanto pensar em frase e pensar em uma "subdivisao" nao acha ? E mesmo assim , como ser tao rapido no pensar e agir em seguida ? ISSO E O QUE ME IMPRESSIONA ! Esse controle !
Como os caras conseguem desenvolver uma musicalidade tao sinistra a ponto de tudo que fazem parece ser maneiro , e algo assombroso !
O que eu faria , ou uma combinacao aleatoria , pode soar como uma frase maravilhosa se feita por eles .
Pois e a bateria e fascinante justamente por causa desse "infinito" chamado Criatividade .
Vlew cumpadi !!!   

Editado por t1000 - 18/04/15 as 05:04
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Originalmente postado por luanfg luanfg escreveu:

Cara, eu diria que tudo que eles fazem já foi estudado. Pode até ocorrer uma combinação de frases que nunca tenha sido executada, mas certamente já estudaram individualmente cada pedaço delas.

Não existe mágica, para ser bom, tem que estudar. É só pegar qualquer entrevista e ver que a vida desses caras é bateria 24 horas por dia. O Weckel mesmo falou que é solteiro porque nenhuma mulher aguenta a vida que ele leva hahaha.



boa !!!!
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Alan Mello Ver Drop Down
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Originalmente postado por t1000 t1000 escreveu:

Originalmente postado por Alan Mello Alan Mello escreveu:

Originalmente postado por t1000 t1000 escreveu:

Alan tu detonou com essa explicacao !!! Muito top !!
Deixa eu por mais lenha nessa fogueira . kkkkkkkkkkkk
VC acredita que bateristas como Aaron Spears , Dennis Chambers , Eric Moore , Viniiie Colaiuta , Tony Roster JR , Dave Weckl , e tantos outros que sao excelentes no que fazem , possuem "dominio" da linguagem ou eles repetem as frases de tanto toca-las ? Se voce estuda-los eles repetem bastante as frases varias vezes nos shows e workshops . Tem eles um "estoque" e "bagagem" consideravelmene extensa ou apenas sabem aplicar a frase na hora certa , como citou nosso amigo aqui do forum ?
Pq , entendo que ao aplicar a frase no momento correto , tudo soa bem !!
Abracos !


Fala t1000! Eu acredito com bastante convicção que TODOS esses caras que vc citou, não tocam frases prontas. Isso fica bem claro pra mim quando vejo que eles quase nunca tocam a mesma música exatamente igual, eles podem até fazer um padrão parecido de orquestração nas peças da bateria e/ou subdivisão, mas, de uma maneira geral, esses caras não costumam tocar as músicas sempre iguais (talvez, com exceção do Dennis Chambers em alguns projetos). Ao contrário disso, eu posso citar o exemplo do Neil Peart, que sempre toca (genialmente) as músicas iguais ou extremamente parecidas com o que foi gravado.
 

Na minha opinião, ao improvisar, esses caras não pensam numa frase como um todo (tipo: "Agora vou tocar a frase X, que dura 2 tempos e aí vai casar certinho com a entrada do refrão da música"). Pra mim, eles pensam numa subdivisão e dentro de cada figura dessa subdivisão eles aplicam toques simples, duplos, triplos e pausas (que muitas vezes são esquecidas), e que, coincidentemente, formam rudimentos. Ou seja, eles não pensam num rudimento ou frase específica, mas sim nesses tipos de toques que acabam formando rudimentos que, na hora da música, pouco importam quais são e, com uma orquestração na bateria em cima disso, soa de maneira bem melódica. Isso os faz parecerem mais musicais que os outros, como disse, com uma maneira mais melódica de tocar.

 

Acredito que desenvolvemos isso aplicando "aleatoriamente", combinações dos tipos de toques (os quais falei anteriormente), usando também o bumbo, obviamente. Num primeiro momento, pode não soar tão musical, até porque devemos começar com uma velocidade menor para ser mais confortável, mas, aos poucos, vamos desenvolvendo um senso de musicalidade, até que a nossa linguagem musical vai passando aos poucos (como o estudo de um idioma) do nível de iniciante ao intermediário, avançado, fluente e até nativo (como é o caso desses caras que você citou).

 

A escrita também é muito importante nesse processo, um exercício legal seria você escrever, em algum programa tipo o Guitar Pro, frases aleatórias variando (ou não) a orquestração e a subdivisão, não pense antes em como vai soar frase como um todo, e só dê o play para escutar como ficou depois de terminar de escrever o(s) compasso(s) inteiros. Aos poucos, as frases vão ficando mais musicais, como eu disse anteriormente, e não esqueça das pausas (que, pra mim, são extremamente musicais!).

 

O texto ficou grande, mas o assunto é um tanto quanto complexo rsrsrs..

 

Abraço!


Fala Alan !!!!!
Esse "senso de musicalidade" que e a chave da parada , do Castelo de Grayskull ! kkkk
Acho que esses caras passam boa parte dos estudos gravando regravando e ouvindo o que fazem . Assim acredito ser possivel chegar ao nivel de musicalidade que voce citou ( E isso mesmo que voce quis dizer ?)
Pow Agora tao dificil quanto pensar em frase e pensar em uma "subdivisao" nao acha ? E mesmo assim , como ser tao rapido no pensar e agir em seguida ? ISSO E O QUE ME IMPRESSIONA ! Esse controle !
Como os caras conseguem desenvolver uma musicalidade tao sinistra a ponto de tudo que fazem parece ser maneiro , e algo assombroso !
O que eu faria , ou uma combinacao aleatoria , pode soar como uma frase maravilhosa se feita por eles .
Pois e a bateria e fascinante justamente por causa desse "infinito" chamado Criatividade .
Vlew cumpadi !!!   

Fala t1000! 
Acho q, além de nos gravar e nos ouvir, é muito importante também escrevermos. Afinal, nós não aprendemos o português apenas ouvindo e lendo, certo?
Quanto a pensar em uma subdivisão, subdividir o tempo é o que fazemos a todo momento quando tocamos, por mais simples que seja a levada ou a frase. Então, penso que o mais importante é começarmos do começo, pense numa subdivisão (semínima, colcheia, semicolcheia, etc), ligue o metronomo numa velocidade bem confortavel pra vc, e toque dentro dessa subdivisão toques simples duplos, com a mão e/ou com os pés. Pode soar ruim no começo, mas aos poucos vc vai desenvolvendo sua musicalidade.

Nesse pequeno solo a seguir, eu tentei aplicar um pouco do que estou falando. Sei que ainda estou bem no começo de uma jornada, e longe de chegar onde eu gostaria, mas já consigo me sentir menos repetitivo e livre de alguns vícios.



Esses caras que vc citou são realmente excelente no que fazem, mas acho que devemos admirar não só o quão bem eles tocam, mas também o esforço que eles tiveram que fazer para chegar no nível de musicalidade que chegaram. Eu penso que não existe uma fórmula mágica, acho que força de vontade é mais importante que tudo...

Abraço!
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Originalmente postado por Alan Mello Alan Mello escreveu:

Originalmente postado por t1000 t1000 escreveu:

Originalmente postado por Alan Mello Alan Mello escreveu:

Originalmente postado por t1000 t1000 escreveu:

Alan tu detonou com essa explicacao !!! Muito top !!
Deixa eu por mais lenha nessa fogueira . kkkkkkkkkkkk
VC acredita que bateristas como Aaron Spears , Dennis Chambers , Eric Moore , Viniiie Colaiuta , Tony Roster JR , Dave Weckl , e tantos outros que sao excelentes no que fazem , possuem "dominio" da linguagem ou eles repetem as frases de tanto toca-las ? Se voce estuda-los eles repetem bastante as frases varias vezes nos shows e workshops . Tem eles um "estoque" e "bagagem" consideravelmene extensa ou apenas sabem aplicar a frase na hora certa , como citou nosso amigo aqui do forum ?
Pq , entendo que ao aplicar a frase no momento correto , tudo soa bem !!
Abracos !


Fala t1000! Eu acredito com bastante convicção que TODOS esses caras que vc citou, não tocam frases prontas. Isso fica bem claro pra mim quando vejo que eles quase nunca tocam a mesma música exatamente igual, eles podem até fazer um padrão parecido de orquestração nas peças da bateria e/ou subdivisão, mas, de uma maneira geral, esses caras não costumam tocar as músicas sempre iguais (talvez, com exceção do Dennis Chambers em alguns projetos). Ao contrário disso, eu posso citar o exemplo do Neil Peart, que sempre toca (genialmente) as músicas iguais ou extremamente parecidas com o que foi gravado.
 

Na minha opinião, ao improvisar, esses caras não pensam numa frase como um todo (tipo: "Agora vou tocar a frase X, que dura 2 tempos e aí vai casar certinho com a entrada do refrão da música"). Pra mim, eles pensam numa subdivisão e dentro de cada figura dessa subdivisão eles aplicam toques simples, duplos, triplos e pausas (que muitas vezes são esquecidas), e que, coincidentemente, formam rudimentos. Ou seja, eles não pensam num rudimento ou frase específica, mas sim nesses tipos de toques que acabam formando rudimentos que, na hora da música, pouco importam quais são e, com uma orquestração na bateria em cima disso, soa de maneira bem melódica. Isso os faz parecerem mais musicais que os outros, como disse, com uma maneira mais melódica de tocar.

 

Acredito que desenvolvemos isso aplicando "aleatoriamente", combinações dos tipos de toques (os quais falei anteriormente), usando também o bumbo, obviamente. Num primeiro momento, pode não soar tão musical, até porque devemos começar com uma velocidade menor para ser mais confortável, mas, aos poucos, vamos desenvolvendo um senso de musicalidade, até que a nossa linguagem musical vai passando aos poucos (como o estudo de um idioma) do nível de iniciante ao intermediário, avançado, fluente e até nativo (como é o caso desses caras que você citou).

 

A escrita também é muito importante nesse processo, um exercício legal seria você escrever, em algum programa tipo o Guitar Pro, frases aleatórias variando (ou não) a orquestração e a subdivisão, não pense antes em como vai soar frase como um todo, e só dê o play para escutar como ficou depois de terminar de escrever o(s) compasso(s) inteiros. Aos poucos, as frases vão ficando mais musicais, como eu disse anteriormente, e não esqueça das pausas (que, pra mim, são extremamente musicais!).

 

O texto ficou grande, mas o assunto é um tanto quanto complexo rsrsrs..

 

Abraço!


Fala Alan !!!!!
Esse "senso de musicalidade" que e a chave da parada , do Castelo de Grayskull ! kkkk
Acho que esses caras passam boa parte dos estudos gravando regravando e ouvindo o que fazem . Assim acredito ser possivel chegar ao nivel de musicalidade que voce citou ( E isso mesmo que voce quis dizer ?)
Pow Agora tao dificil quanto pensar em frase e pensar em uma "subdivisao" nao acha ? E mesmo assim , como ser tao rapido no pensar e agir em seguida ? ISSO E O QUE ME IMPRESSIONA ! Esse controle !
Como os caras conseguem desenvolver uma musicalidade tao sinistra a ponto de tudo que fazem parece ser maneiro , e algo assombroso !
O que eu faria , ou uma combinacao aleatoria , pode soar como uma frase maravilhosa se feita por eles .
Pois e a bateria e fascinante justamente por causa desse "infinito" chamado Criatividade .
Vlew cumpadi !!!   


Fala t1000! 
Acho q, além de nos gravar e nos ouvir, é muito importante também escrevermos. Afinal, nós não aprendemos o português apenas ouvindo e lendo, certo?
Quanto a pensar em uma subdivisão, subdividir o tempo é o que fazemos a todo momento quando tocamos, por mais simples que seja a levada ou a frase. Então, penso que o mais importante é começarmos do começo, pense numa subdivisão (semínima, colcheia, semicolcheia, etc), ligue o metronomo numa velocidade bem confortavel pra vc, e toque dentro dessa subdivisão toques simples duplos, com a mão e/ou com os pés. Pode soar ruim no começo, mas aos poucos vc vai desenvolvendo sua musicalidade.

Nesse pequeno solo a seguir, eu tentei aplicar um pouco do que estou falando. Sei que ainda estou bem no começo de uma jornada, e longe de chegar onde eu gostaria, mas já consigo me sentir menos repetitivo e livre de alguns vícios.



Esses caras que vc citou são realmente excelente no que fazem, mas acho que devemos admirar não só o quão bem eles tocam, mas também o esforço que eles tiveram que fazer para chegar no nível de musicalidade que chegaram. Eu penso que não existe uma fórmula mágica, acho que força de vontade é mais importante que tudo...

Abraço!




Alan posso apenas agradecer por sua Grande contribuicao nesse TEMA . Sem duvidas , sera de grande crescimento a todos que se interessarem . Eu " pesquei" (kkk) tudo que voce falou e vou seguindo na Arte !
obs : Quando vc faz essas levadas , vc nao esta pensando nas combinacoes possiveis ?
Simplesmente as executa baseado no Time ? Seria como um "improviso" convicto ? ! isso e bacana d + !!!
Certamente os caras que chegam a Essa musicalidade ralaram muito ate chegar aqui . Somente quem passou sabe o devido VALOR a caminhada , afinal toda GLORIA a receber tem um PRECO a se pagar .
Siga em frente meu camarada ! Forte Abraco !

Editado por t1000 - 18/04/15 as 19:28
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t1000

Fico feliz em ajudar!

Ao tocar essas combinacoes nao penso em "nada", muito menos em rudimentos, se toquei algum rudimento especifico nesse video, foi uma mera coincidencia e que pouco me importa...

O q eu quero dizer com "nada", é q nao tinha nada pronto, foram só combinacoes de toques simples e duplos que distribui na bateria, em colcheia e semicolcheia basicamente.. Inclusive, se eu quiser tocar de novo exatamente igual ao q toquei eu nao consigo, nao lembro pq eu nao estava pensando no q eu ia tocar, mas consigo fazer parecido, talvez melhor ou pior.. Se eu quisesse tocar igual eu teria q parar para escrever e "tirar" o q eu mesmo toquei..

Uma vez eu assisti uma videoaula do Antonio Sanchez e, em uma parte dessa videoaula, ele fala sobre "tocar por reflexo", e acho q a maneira como eu tentei tocar nesse video seria mais ou menos o q ele quis dizer com essa expressao. Ele diz que em alguns momentos toca por reflexo, e em outros ele toca desenvolvendo uma ideia ritmica especifica na bateria, por meio de "perguntas e respostas", acho q seria o q mtos chamam de "motivo".
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Vou relatar um pouco da minha experiência:

É necessário muito estudo. Ok. Isto já disseram por aqui, mas aprendi que mais tão importante quanto o que estudar é como se estuda.
Entre idas e vindas toco há mais de 20 anos. Quando estudei recentemente com um bom professor não consegui evoluir por ter que me dedicar ao trabalho(sou Contador e não músico) e outros afazeres e senti que estava desperdiçando tempo e paciência...
Com o passar do tempo fui ficando chateado por me sentir meio preso e sem expressão. Então decidi que iria encarar p/ valer algum dos muitos materiais de estudo garimpados na internet(muitos através de indicações dos colegas aqui do fórum). Foquei em samba, baião e algumas frases.
Às vezes imaginava que estava evoluindo bem, outras vezes percebia que estava "enroscando" algum item que parecia dominado. Para resumir, cheguei a conclusão que precisava estudar por volta de 20 horas semanais e cheguei a picos de 26 horas nos últimos 04 meses. Gravando, me ouvindo e comparando com os primeiros dias, progredi e muito, e o principal que muitas anotações que fiz enquanto estudava com professor passaram a fazer sentido.
O que acontece com a maioria é a dificuldade entre entender que a técnica não é um fim em si mesma, mas um meio para um fim. Tocar semicolcheias em pedal duplo a 180 BPMs exige muito estudo e dedicação... mas como poderei aprender tantas coisas que fazem da bateria um instrumento tão sensacional -e às vezes indispensável à música-, se eu estiver o tempo todo ocupado em utilizar o pedal duplo?
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Originalmente postado por wilario wilario escreveu:

Vou relatar um pouco da minha experiência:

É necessário muito estudo. Ok. Isto já disseram por aqui, mas aprendi que mais tão importante quanto o que estudar é como se estuda.
Entre idas e vindas toco há mais de 20 anos. Quando estudei recentemente com um bom professor não consegui evoluir por ter que me dedicar ao trabalho(sou Contador e não músico) e outros afazeres e senti que estava desperdiçando tempo e paciência...
Com o passar do tempo fui ficando chateado por me sentir meio preso e sem expressão. Então decidi que iria encarar p/ valer algum dos muitos materiais de estudo garimpados na internet(muitos através de indicações dos colegas aqui do fórum). Foquei em samba, baião e algumas frases.
Às vezes imaginava que estava evoluindo bem, outras vezes percebia que estava "enroscando" algum item que parecia dominado. Para resumir, cheguei a conclusão que precisava estudar por volta de 20 horas semanais e cheguei a picos de 26 horas nos últimos 04 meses. Gravando, me ouvindo e comparando com os primeiros dias, progredi e muito, e o principal que muitas anotações que fiz enquanto estudava com professor passaram a fazer sentido.
O que acontece com a maioria é a dificuldade entre entender que a técnica não é um fim em si mesma, mas um meio para um fim. Tocar semicolcheias em pedal duplo a 180 BPMs exige muito estudo e dedicação... mas como poderei aprender tantas coisas que fazem da bateria um instrumento tão sensacional -e às vezes indispensável à música-, se eu estiver o tempo todo ocupado em utilizar o pedal duplo?


Isso ae meu parceiro !
Vlew pela contribuicao !!!
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Originalmente postado por Alan Mello Alan Mello escreveu:

t1000

Fico feliz em ajudar!

Ao tocar essas combinacoes nao penso em "nada", muito menos em rudimentos, se toquei algum rudimento especifico nesse video, foi uma mera coincidencia e que pouco me importa...

O q eu quero dizer com "nada", é q nao tinha nada pronto, foram só combinacoes de toques simples e duplos que distribui na bateria, em colcheia e semicolcheia basicamente.. Inclusive, se eu quiser tocar de novo exatamente igual ao q toquei eu nao consigo, nao lembro pq eu nao estava pensando no q eu ia tocar, mas consigo fazer parecido, talvez melhor ou pior.. Se eu quisesse tocar igual eu teria q parar para escrever e "tirar" o q eu mesmo toquei..

Uma vez eu assisti uma videoaula do Antonio Sanchez e, em uma parte dessa videoaula, ele fala sobre "tocar por reflexo", e acho q a maneira como eu tentei tocar nesse video seria mais ou menos o q ele quis dizer com essa expressao. Ele diz que em alguns momentos toca por reflexo, e em outros ele toca desenvolvendo uma ideia ritmica especifica na bateria, por meio de "perguntas e respostas", acho q seria o q mtos chamam de "motivo".



Falae Alan ,

Perguntas e respostas ?
To cheio de perguntas mas ainda nao encontrei as respostas , kkkkkkkk

Vlew !!!!!!!!
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Schramm Ver Drop Down
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Pessoal, toco a cerca de 10 anos, como hobby, com os amigos e mais recentemente na igreja. Comecei a tocar sozinho de forma autodidata e a cerca de dois anos senti a necessidade de estudar com o auxilio de um professor. Posso afirmar que mais difícil do que aprender algo novo é deletar o "lixo" que fui acumulando ao longo do tempo em que toquei sem instrução. Se toco de forma concentrada consigo executar as viradas da forma correta, mas quando me deixo levar pela musica me pego fazendo as mesmas coisas erradas. Acredito que o segredo seja uma boa base, o reaprendizado é muito doloroso, exige muito tempo e dedicação, e isso pra quem não é musico tendo que dividir o tempo com esposa, filhos, trabalho, igreja etc, é muito difícil.
 Se pudesse dar um conselho pra quem esta interessador em ser baterista é que antes de comprar sua bateria, vá aprender teoria, não toque de maneira nenhuma sem orientação ou instrução de um professor ou de alguém que tenha pelo menos o conhecimento minimo no instrumento.


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J_dias Ver Drop Down
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Minha contribuição é a seguinte, sempre teremos esses vícios, é parte do estudo, eu por exemplo, comecei a tocar ouvindo System of a Down, Korn e bandas nesse estilo, e por esse motivo, boa parte da minha pegada se assemelha com o estilo, as vezes até a ideia. 

Mas, ai você sai dessa fase, assim como eu sai, e começa a ouvir coisas novas e diferentes que te chamam a atenção e você vai querer transpor esse novo som na batera e com a pegada que vc tinha agora tem um som novo que vai resultar e outra pegada e outro som.

Esquisito??? haha, eu acredito que temos fases e nessas fases ficaremos de certa forma repetindo a mesma coisa, se vc sente essa mesmisse, talvez possa mudar tudo o que vc vem colocando pra dentro de você, do contrário, o mesmo sempre vai sair.

Hoje eu me sinto bem ao sentar na batera e tocar o que vier na mente, muita coisa é da zona de conforto, mas ao tentar colocar uma nota a mais ou tirar uma nota, acentos e etc aquilo me tira da zona de conforto e vai oferecer um novo caminho para a música.
Black Bean Project
blackbeanproject.bandcamp.com
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Originalmente postado por Schramm Schramm escreveu:

Pessoal, toco a cerca de 10 anos, como hobby, com os amigos e mais recentemente na igreja. Comecei a tocar sozinho de forma autodidata e a cerca de dois anos senti a necessidade de estudar com o auxilio de um professor. Posso afirmar que mais difícil do que aprender algo novo é deletar o "lixo" que fui acumulando ao longo do tempo em que toquei sem instrução. Se toco de forma concentrada consigo executar as viradas da forma correta, mas quando me deixo levar pela musica me pego fazendo as mesmas coisas erradas. Acredito que o segredo seja uma boa base, o reaprendizado é muito doloroso, exige muito tempo e dedicação, e isso pra quem não é musico tendo que dividir o tempo com esposa, filhos, trabalho, igreja etc, é muito difícil.
 Se pudesse dar um conselho pra quem esta interessador em ser baterista é que antes de comprar sua bateria, vá aprender teoria, não toque de maneira nenhuma sem orientação ou instrução de um professor ou de alguém que tenha pelo menos o conhecimento minimo no instrumento.





mas quando me deixo levar pela musica me pego fazendo as mesmas coisas erradas. Acredito que o segredo seja uma boa base, o reaprendizado é muito doloroso, exige muito tempo e dedicação,


Falou tudo mermao !!!
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Originalmente postado por J_dias J_dias escreveu:

Minha contribuição é a seguinte, sempre teremos esses vícios, é parte do estudo, eu por exemplo, comecei a tocar ouvindo System of a Down, Korn e bandas nesse estilo, e por esse motivo, boa parte da minha pegada se assemelha com o estilo, as vezes até a ideia. 

Mas, ai você sai dessa fase, assim como eu sai, e começa a ouvir coisas novas e diferentes que te chamam a atenção e você vai querer transpor esse novo som na batera e com a pegada que vc tinha agora tem um som novo que vai resultar e outra pegada e outro som.

Esquisito??? haha, eu acredito que temos fases e nessas fases ficaremos de certa forma repetindo a mesma coisa, se vc sente essa mesmisse, talvez possa mudar tudo o que vc vem colocando pra dentro de você, do contrário, o mesmo sempre vai sair.

Hoje eu me sinto bem ao sentar na batera e tocar o que vier na mente, muita coisa é da zona de conforto, mas ao tentar colocar uma nota a mais ou tirar uma nota, acentos e etc aquilo me tira da zona de conforto e vai oferecer um novo caminho para a música.



]

Essa "Zona de conforto" na verdade e uma "Zona de Confronto" que a gente entra e Luta pra sair !! kkk

Show de bola sua colaboracao amigao !!!!![mas ao tentar colocar uma nota a mais ou tirar uma nota, acentos e etc aquilo me tira da zona de conforto e vai oferecer um novo caminho para a música

Editado por t1000 - 21/04/15 as 03:03
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nesse caso um professor pode resolver.. ele vai trabalhar com vc as suas dificuldades.
mostrando pra vc onde esta o seus vicios
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Danielzarb Ver Drop Down
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Toco há uns anos com bandas distintas, com estilos bem diferentes entre si, então o meu "diálogo" com a bateria tem que ser bem específico para cada estilo, então algo que sempre é muito difícil, é não viciar nas viradas e transições, pausas, etc...
O que tem me ajudado bastante é escutar outros bateristas/bandas que tocam o mesmo estilo, pra pegar a linguagem. Algo que me ajuda também é ás vezes usar o mesmo movimento, mas com peças diferentes da bateria. 
Estudar os grooves também é muito importante pra ter fluência na hora de fazer as viradas utilizando-os.
vlw
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Originalmente postado por Danielzarb Danielzarb escreveu:

Toco há uns anos com bandas distintas, com estilos bem diferentes entre si, então o meu "diálogo" com a bateria tem que ser bem específico para cada estilo, então algo que sempre é muito difícil, é não viciar nas viradas e transições, pausas, etc...
O que tem me ajudado bastante é escutar outros bateristas/bandas que tocam o mesmo estilo, pra pegar a linguagem. Algo que me ajuda também é ás vezes usar o mesmo movimento, mas com peças diferentes da bateria. 
Estudar os grooves também é muito importante pra ter fluência na hora de fazer as viradas utilizando-os.



Excelentes dicas Daniel !!!

Abracos
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As vezes o mais dificil e educar a mente para novas coisas . Como foi dito , as maos e pensamento nao obedecem ... E como uma crianca querendo andar que cai a todo momento e sente-se insegura ...
Como foi muito bem falado aqui livrar-se dos vicios e mais dificil que Reaprender . Um tanto paradoxal ...
Atire a primeira pedra quem nao possui um vicio bateristico , uma frase repetida precedida por um pensamento " PUTS que merda poderia ter feito a outra virada" e MESMO SEM QUERER repeti a de sempre . Uma levada que se repete , com tantos compassos figuras acentuacoes manulacoes ... pq repeti-las ?
Se mudar um detalhe posso Criar uma levada nova !!!
Como memorizo tantas coisas ?
Como aplicar o novo , desconhecido e mutavel ?
A bateria e um instrumento fascinante , vamo que vamo !!!!
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matheusribeiro Ver Drop Down
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Originalmente postado por Schramm Schramm escreveu:

Pessoal, toco a cerca de 10 anos, como hobby, com os amigos e mais recentemente na igreja. Comecei a tocar sozinho de forma autodidata e a cerca de dois anos senti a necessidade de estudar com o auxilio de um professor. Posso afirmar que mais difícil do que aprender algo novo é deletar o "lixo" que fui acumulando ao longo do tempo em que toquei sem instrução. Se toco de forma concentrada consigo executar as viradas da forma correta, mas quando me deixo levar pela musica me pego fazendo as mesmas coisas erradas. Acredito que o segredo seja uma boa base, o reaprendizado é muito doloroso, exige muito tempo e dedicação, e isso pra quem não é musico tendo que dividir o tempo com esposa, filhos, trabalho, igreja etc, é muito difícil.
 Se pudesse dar um conselho pra quem esta interessador em ser baterista é que antes de comprar sua bateria, vá aprender teoria, não toque de maneira nenhuma sem orientação ou instrução de um professor ou de alguém que tenha pelo menos o conhecimento minimo no instrumento.



Cara, isso é muito verdade!!!! 

Eu toco há um tempo, fiz uns 5 meses de aula apenas, e tudo o que eu sei hoje, foi por conta. Há um mês senti a necessidade de começar a fazer aula e então comecei. Digo pra vocês, é muito ruim no início. Quando se aprende sozinho, aprende-se errado (muitas das vezes). Tenho muitos vícios, não tenho um leque de grooves, viradas, noção musical e leitura que deveria ter pelo tempo que já toco (5 anos).

Então, se vai começar a tocar, comece com um professor.

Obs: Esse tópico ta massa. 
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Fernando.Soares Ver Drop Down
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Originalmente postado por J_dias J_dias escreveu:

Minha contribuição é a seguinte, sempre teremos esses vícios, é parte do estudo, eu por exemplo, comecei a tocar ouvindo System of a Down, Korn e bandas nesse estilo, e por esse motivo, boa parte da minha pegada se assemelha com o estilo, as vezes até a ideia. 

Mas, ai você sai dessa fase, assim como eu sai, e começa a ouvir coisas novas e diferentes que te chamam a atenção e você vai querer transpor esse novo som na batera e com a pegada que vc tinha agora tem um som novo que vai resultar e outra pegada e outro som.

Esquisito??? haha, eu acredito que temos fases e nessas fases ficaremos de certa forma repetindo a mesma coisa, se vc sente essa mesmisse, talvez possa mudar tudo o que vc vem colocando pra dentro de você, do contrário, o mesmo sempre vai sair.

Hoje eu me sinto bem ao sentar na batera e tocar o que vier na mente, muita coisa é da zona de conforto, mas ao tentar colocar uma nota a mais ou tirar uma nota, acentos e etc aquilo me tira da zona de conforto e vai oferecer um novo caminho para a música.


Me representou! Clap

As curvas de "evolução" mais acentuadas nesses 7 anos de batera sempre aconteceram quando eu comecei a ouvir diferentes estilos de musica. Antes de começar a tocar, eu só ouvia punk e hc, com o tempo fui abrindo mais o leque para todas as vertentes do rock, principalmente o mais undergound. Acabei me deparando com ritmos e levadas que me chamaram muita atenção, com o tempo elas foram me cativando e me motivando a variar muito mais o meu ritmo e minhas viradas.

Acho que conhecer e procurar estilos diferentes de musica nos ajuda a buscar novos horizontes na batera... Muitas vezes são coisas simples, que sempre estiveram a mão, mas voce nunca se deu conta...

Esse topico ta bom demais!

Abraço!
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